Aquilo dos mortos que não pode ser enterrado: memória e espectro em Mia Couto

dc.creatorJaqueline de Almeida Freitas
dc.date.accessioned2023-04-14T18:55:54Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:20:51Z
dc.date.available2023-04-14T18:55:54Z
dc.date.issued2023-02-03
dc.description.abstractWe intent to stablish an analysis of the ghosts represented in Mia Couto’s work based in the link between the concept of spectrum, developed by Jacques Derrida, and the xipoco, a characteristic figure of the magical-religious universe of the bantu african’s society. Based on the reading of three novels by the Mozambican writer, Under the frangipani (2001), Um rio chamado Tempo, uma casa chamada Terra (2002), and Confession of the Lioness (2015), we also hold a study on the hybrid identity of the ghosts and the role that this figure plays in favor of the survival memories of violence that were repressed by the hegemonic narratives. From this perspective, will be privileged discussions about the postcolonial and memory politics. Our study will be based in the Works of Jacques Derrida, Homi K. Bhabha, Walter Mignolo, Frantz Fanon, Yves Valentin Mudimbe, Achille Mbembe, Sigmund Freud, Michel Pollak, Mácio Seligmann Silva and others.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/51957
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCouto, Mia, 1955- – Confissão da leoa – Crítica e interpretação
dc.subjectCouto, Mia, 1955- – Rio chamado Tempo, uma casa chamada Terra – Crítica e interpretação
dc.subjectCouto, Mia, 1955- – Varanda do frangipani – Crítica e interpretação
dc.subjectFicção moçambicana – História e crítica
dc.subjectFantasmas na literatura
dc.subjectMemória na literatura
dc.subjectLuto na literatura
dc.subjectMorte na literatura
dc.subject.otherMia Couto
dc.subject.otherMorte
dc.subject.otherEspectro
dc.subject.otherLuto
dc.subject.otherMemória
dc.subject.otherTrauma
dc.titleAquilo dos mortos que não pode ser enterrado: memória e espectro em Mia Couto
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Maria Zilda Ferreira Cury
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2977644168742883
local.contributor.referee1Roberta Guimarães Franco Faria de Assis
local.contributor.referee1Elcio Loureiro Cornelsen
local.contributor.referee1Terezinha Taborda Moreira
local.contributor.referee1Edgar Cézar Nolasco dos Santos
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7800607996153485
local.description.resumoBusca-se estabelecer uma leitura dos fantasmas representados na obra de Mia Couto a partir da relação entre o conceito de espectro, desenvolvido por Jacques Derrida, e do xipoco, figura própria do universo mágico-religioso de sociedades negro-africanas bantu. A partir da leitura de três romances do escritor moçambicano, A varanda do frangipani (1996), Um rio chamado Tempo, uma casa chamada Terra (2002) e A confissão da leoa (2012), esboçaremos um estudo acerca da constituição identitária híbrida do fantasma e do papel que essa figura desempenha em favor da sobrevivência de memórias de violência que foram recalcadas pela narrativa hegemônica. Nessa perspectiva, serão privilegiados debates referentes ao tema do pós-colonial e das políticas da memória. Nosso principal referencial teórico é Jacques Derrida, Homi K. Bhabha, Walter Mignolo, Frantz Fanon, Yves Valentin Mudimbe, Achille Mbembe, Sigmund Freud, Michel Pollak, Márcio Seligmann Silva, entre outros.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Estudos Literários

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