Lucratividade e desempenho industrial: uma apreciação empírica de duas abordagens teóricas

dc.creatorNelson Simao de Carvalho Junior
dc.date.accessioned2019-08-10T05:35:39Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:15:03Z
dc.date.available2019-08-10T05:35:39Z
dc.date.issued2006-10-03
dc.description.abstractThis work analyses the determinants of firm performance in their industries comparing two distinctive theoretical perspectives: the first, based on Structure-Conduct-Performance (SCD) paradigm, and the second based on firm capabilities and the competitive strategies. One group of empirical models test the hypothesis from ECD paradigm and another group test the relevance of Schumpeterian arguments and other theoretical insights related to the firm capabilities and competitive strategies. To test the econometric models it was used a database from IBGE/PINTEC and IBGE/PIA-EMPRESAS, with 106 industries and 5,014 firms for the period 2000. The main results show the relevance of technological innovation, international trade, economies of scale and scope as determinants of profit asymmetries among firms of an industry over the industrial structural aspects, like concentration.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/AMSA-6XLNDN
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEmpresas Lucratividade Brasil
dc.subjectBrasil Industrias
dc.subject.otherLucratividade
dc.subject.otherIndustrias
dc.titleLucratividade e desempenho industrial: uma apreciação empírica de duas abordagens teóricas
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1João Alberto De Negri
local.contributor.advisor1Ricardo Machado Ruiz
local.contributor.referee1Edson Paulo Domingues
local.contributor.referee1DAVID KUPFER
local.description.resumoEste trabalho analisa os determinantes do desempenho das firmas em seu contexto industrial comparando dois enfoques teóricos distintos: o primeiro baseado no paradigma Estrutura-Conduta-Desempenho (ECD); e o segundo baseado nas capacidades internas das firma e nas suas estratégicas para competição. Para esta tarefa, foram construídos um grupo modelos empíricos para testar as hipóteses oriundas do paradigma ECD e outro grupo de modelos para testar a aderência das teorias com viés Shumpeterianos e de outros autores que privilegiam a diversidade estratégica entre as firmas. Pare testar esses modelos, utilizou-se uma base de dados da IBGE/PINTEC e da IBGE/PIA-EMPRESAS, com 106 indústrias e 5.014 firmas, para o ano de 2000. Os principais resultados encontrados indicam a relevância das estratégias de inovação tecnológica, inserção externa, aproveitamentos das economias de escopo e escala da determinação das diferenças de lucratividade entre firmas de uma mesma indústria, sobre as variáveis de aspectos estruturais, como concentração.
local.publisher.initialsUFMG

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