Participação e responsividade no Conselho Municipal de Meio Ambiente de Belo Horizonte

dc.creatorFlávia Mourão Parreira do Amaral
dc.date.accessioned2025-10-17T20:08:10Z
dc.date.accessioned2025-12-03T13:22:18Z
dc.date.available2025-10-17T20:08:10Z
dc.date.issued2010-04-27
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/85402
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subject.otherDemocracia participativa
dc.subject.otherConselhos de políticas públicas
dc.subject.otherMovimento ambientalista
dc.titleParticipação e responsividade no Conselho Municipal de Meio Ambiente de Belo Horizonte
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor-co1Marjorie Corrêa Marona
local.contributor.advisor-co1Sandro Amadeu Cerveira
local.contributor.advisor1Leonardo Avritzer
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7269081571624734
local.contributor.referee1Jackson Silvano de Toni
local.contributor.referee1Rebecca Neaera Abers
local.description.resumoA partir do final da década de 70 iniciou-se no Brasil um amplo processo de transformações institucionais, jurídicas e administrativas, especialmente a nível local, como decorrência da mobilização social em torno de demandas por direitos de cidadania, resultando em diferentes formas de participação da população nos processos de tomada de decisão acerca da distribuição de bens públicos, das políticas públicas e da deliberação sobre prioridades orçamentárias. Os conselhos de políticas públicas constituem instâncias híbridas de participação com grande difusão no Brasil, envolvem um compartilhamento de processos deliberativos entre atores estatais e atores sociais ou associações da sociedade civil e se constituem em espaços de negociação e inter-relação, onde esses diversos atores debatem e negociam estratégias e deliberações acerca de temas que até então eram decididos exclusivamente pelas instituições públicas. O Conselho Municipal de Meio Ambiente do Município de Belo Horizonte - COMAM, instituído há mais de vinte anos, em decorrência das transformações políticas e das pressões do movimento ambientalista, permanece em intensa atividade, apesar de críticas que lhe são dirigidas. Este trabalho dedica-se a avaliar se os mecanismos de funcionamento do COMAM permitem qualificá-lo como instrumento democrático de participação social, de deliberação e de gestão de política pública. São analisadas a representação e os processos de decisão a partir das atividades desenvolvidas durante o ano de 2007.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA POLÍTICA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Democracia Participativa, República e Movimentos Sociais

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