A inserção da mulher na política mineira : análise da trajetória de vida das deputadas estaduais eleitas em 2018
| dc.creator | Mariana De Mattia Rocha | |
| dc.date.accessioned | 2025-01-21T15:24:06Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T01:33:03Z | |
| dc.date.available | 2025-01-21T15:24:06Z | |
| dc.date.issued | 2021-09-08 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/79360 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Sociologia - Teses | |
| dc.subject | Relações de gênero - Teses | |
| dc.subject | Mulheres - Teses | |
| dc.subject | Eleições - Teses | |
| dc.subject.other | Desigualdade de gênero | |
| dc.subject.other | Carreiras políticas | |
| dc.subject.other | Trajetória | |
| dc.subject.other | Sucesso eleitoral | |
| dc.subject.other | Estratégias. | |
| dc.title | A inserção da mulher na política mineira : análise da trajetória de vida das deputadas estaduais eleitas em 2018 | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Yumi Garcia dos Santos | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/2914400327888714 | |
| local.contributor.referee1 | Ludmila Mendonça Lopes Ribeiro | |
| local.contributor.referee1 | Pedro Augusto Gravatá Nicoli | |
| local.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/9082942501160487 | |
| local.description.resumo | Ainda que hoje se perceba uma grande movimentação social de luta pelo reconhecimento da mulher enquanto sujeito político, a necessária e efetiva representatividade política feminina ainda se encontra distante de ser alcançada. Identificar como as desigualdades sociais enfrentadas, o preconceito e a exclusão operam, nesse contexto, fornece subsídios e mecanismos que podem auxiliar na melhor compreensão da sociedade e romper com o estado de segregação de gênero existente no cenário político brasileiro. O presente estudo consiste em uma análise crítica reflexiva, baseada nas trajetórias de vida das Deputadas Estaduais de Minas Gerais eleitas em 2018, apuradas por meio da história oral e da análise documental. Buscou-se, em meio aos relatos, a lógica das ações que possibilitaram a eleição dessas mulheres para a Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Assim, emerge a questão: como as parlamentares, apesar das adversidades, conseguiram se eleger? Foram sujeitos da pesquisa 09 (nove) Deputadas Estaduais eleitas em 2018 e os dados biográficos foram coletados tanto no site da ALMG, como em sites pessoais e redes sociais. Em um segundo momento, foram realizadas entrevistas com as 05 (cinco) deputadas que aceitaram participar da pesquisa e para tanto foram utilizados os princípios da metodologia de análises de trajetórias, proposta por Claude Dubar. Os resultados foram analisados por meio de categorias analíticas estabelecidas a priori conforme a literatura e outras categorias analíticas obtidas a partir das entrevistas. Evidenciou-se que essa foi a maior bancada feminina da ALMG desde sua criação e a primeira a contar com mulheres negras, três no total. A faixa etária está entre 31 a 57 anos; há uma grande diversidade relativa ao estado civil e filhos; a religião predominante foi a religião católica, sendo que a prática religiosa em si e a militância religiosa aparecem como capital associativo relevante; todas ingressaram na carreira política tendo concluído o curso superior e com experiências profissionais prévias. O valor dado ao capital educacional, por elas e por suas famílias, merece destaque e pode ser apontado como um fator que lhes conferiu preparo e articulação e possibilitou sua entrada na ALMG. A importância que elas atribuem à família demonstra o impacto desse fator em suas carreiras políticas. No percurso político das Deputadas aparecem os impactos do sistema eleitoral brasileiro e quando analisamos a escolha do partido ou migração partidária, foi possível perceber que não se dá necessariamente por uma identificação ideológica, mas sim por ser o partido do mentor político ou por um interesse do partido em tê-las como candidatas. Essas mulheres apresentam capitais prévios diversos, como capital associativo, institucional, familiar e educacional, sendo que a política não aparece em seus percursos como um projeto de vida, mas como uma consequência de suas trajetórias de vida e de seus desejos de ocuparem o espaço público, o que condiz com a literatura sobre o tema. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FAF - DEPARTAMENTO DE SOCIOLOGIA | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Sociologia |
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