Plano Howyan de Juiz de Fora: técnica, proselitismo e politicagem na Primeira República

dc.creatorMarina Lima Carrara
dc.date.accessioned2021-03-17T11:39:25Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:22:19Z
dc.date.available2021-03-17T11:39:25Z
dc.date.issued2020-10-08
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/35189
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherJuiz de Fora
dc.subject.otherhistória da construção
dc.subject.otherPlano Howyan
dc.subject.otherprodução do espaço
dc.titlePlano Howyan de Juiz de Fora: técnica, proselitismo e politicagem na Primeira República
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Silke Kapp
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2978010340044417
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6073843440024360
local.description.resumoO objetivo principal da pesquisa que dá origem a esta dissertação tem sido elucidar contradições intrínsecas aos processos de uso e produção do espaço da cidade de Juiz de Fora, em especial, da dinâmica das relações e conflitos que se estabeleceram em torno do chamado Plano Howyan — o plano de “saneamento e expansão da cidade de Juiz de Fora”, cuja adoção se deu entre os anos de 1891 e 1895 na cidade. A história de Juiz de Fora, de acordo com a versão oficial, está ligada principalmente ao suposto passado pioneiro da cidade, tendo sido a mais industrializada e importante de Minas Gerais entre meados do século XIX e início do XX. Entretanto, defendo nesse trabalho que o discurso de cidade moderna, aparentemente insuspeito, ajuda a dissimular com bastante eficácia uma série de questões referentes à concretude da produção da cidade, como por exemplo, o passado brutal de Juiz de Fora como uma das maiores cidades escravocratas do Brasil. Defendo também que na passagem do Império para a República não houve ruptura significativa com as antigas relações de trabalho na construção civil e com o modo de se produzir cidades, e que o discurso tecnicista do Plano Howyan, respaldado por médicos higienistas, engenheiros sanitaristas e políticos positivistas, foi estrategicamente utilizado para o ocultamento histórico das violentas dinâmicas de trabalho particulares da cidade.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - ESCOLA DE ARQUITETURA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo

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