O desastre da samarco e a política das afetações: classificações e ações que produzem o sofrimento social

dc.creatorNorma Valencio
dc.creatorAndréa Luisa Zhouri Laschefski
dc.creatorRaquel Oliveira Santos Teixeira
dc.creatorMarcos Cristiano Zucareli
dc.creatorKlemens Laschefski
dc.creatorAna Flávia Moreira Santos
dc.date.accessioned2024-05-23T22:26:42Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:15:43Z
dc.date.available2024-05-23T22:26:42Z
dc.date.issued2016-09
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.21800/2317-66602016000300012
dc.identifier.issn2317-6660
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/68588
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCiência e Cultura
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBarragem
dc.subjectSamarco Mineração S.A.
dc.subjectDesastre social
dc.subjectSaúde ambiental
dc.subjectPolítica ambiental
dc.subject.otherDesastre
dc.subject.otherSofrimento social
dc.subject.otherSamarco
dc.subject.otherAtingido
dc.titleO desastre da samarco e a política das afetações: classificações e ações que produzem o sofrimento social
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage40
local.citation.issue3
local.citation.spage36
local.citation.volume68
local.description.resumoA intensificação de investimentos extrativos primários voltados à exportação em Minas Gerais tem resultado na multiplicação dos conflitos sociais e ambientais. O rompimento da barragem de rejeitos de Fundão, em novembro de 2015, no município de Mariana, evidenciou de forma assustadora esse contexto crítico. A estrutura é de propriedade da empresa Samarco Mineração S.A. Este artigo analisa as classificações administrativas e as ações adotadas por parte do Estado e das empresas que culminam no sofrimento social e na perpetuação de injustiças socioambientais. Sob o manto da mediação e do acordo, por vezes operam imposições excludentes, cujo efeito é a flexibilização de direitos já garantidos pela Constituição Federal. Como se discutirá, a redução das possibilidades de participação enseja não só o agravamento de vulnerabilidades desencadeadas pelo desastre, mas a marginalização das mobilizações locais dos atingidos. Cabe lembrar que os desastres não se limitam ao evento catastrófico, mas se desdobram em processos duradouros de crise social, frequentemente intensificada pelos encaminhamentos institucionais que lhe são dirigidos, o que faz perpetuar o sofrimento social. Conclui-se, oportuna seria a garantia de espaços de autoexpressão dos grupos afetados, em toda a sua diversidade sociocultural, com respaldo jurídico capaz de recuperar esperanças, cada vez mais escassas, de justiça ambiental.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE ANTROPOLOGIA E ARQUEOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252016000300012

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