Quando a coordenação pedagógica da EJA interroga a diversidade étnico-racial

dc.creatorLany Pereira da Silva
dc.date.accessioned2023-02-01T10:58:55Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:48:08Z
dc.date.available2023-02-01T10:58:55Z
dc.date.issued2022-11-18
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/49321
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectEducação
dc.subjectEducação de adultos
dc.subjectEducação de jovens e adultos
dc.subjectRelações raciais
dc.subjectRelações étnicas
dc.subjectPraticas pedagógicas
dc.subjectRacismo
dc.subjectCultura afro-brasileira
dc.subject.otherCoordenação Pedagógica
dc.subject.otherEJA
dc.subject.otherEducação das Relações Étnico-Raciais
dc.titleQuando a coordenação pedagógica da EJA interroga a diversidade étnico-racial
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Natalino Neves da Silva
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/870172271078067
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4811579788606286
local.description.resumoA presente pesquisa propõe investigar o trabalho de uma coordenadora pedagógica da EJA na implementação do projeto “AfricanEJA”, em uma escola municipal de Betim (MG)). Para tal, indaga-se: quais são as práticas pedagógicas voltadas para a educação das relações étnicoraciais que são promovidas e/ou incentivadas por essa coordenadora pedagógica. O quadro teórico adotado privilegiou autores que abordam as relações étnico-raciais no espaço educacional, como Muller (1999), Munanga (1999 ) e Gomes (1996); autores que tratam das relações étnico-raciais, especificamente na EJA, como Da Silva (2016) e Silva (2021) e por fim de autores que defendem uma educação popular , como direito, em que todos(as) sujeitos(as) caibam, tais como Arroyo (2014), Brandão (1986 ) e Freire (1987).Como procedimento metodológico, além do levantamento bibliográfico, foram feitas uma entrevista semiestruturada e uma realização de um produto educacional. O estudo apontou que o projeto “AfricanEJA”, aqui analisado, além de exitoso, marcou positivamente a vida dos(as) educandos(as) e educadores(as). Nessa direção, cabe destacar o posicionamento político e engajado da coordenadora pedagógica em relação a combater o racismo e, ao mesmo tempo, em visibilizar a história e cultura africana e afro-brasileira por meio de reverberar vozes e imagens negras que, geralmente, são silenciadas no processo de ensino-aprendizagem. Por se tratar de um estudo que realizado no âmbito do Mestrado Profissional, espera-se que os resultados obtidos possam de alguma maneira contribuir para visibilizar esta prática pedagógica desenvolvida na EJA e, também, incentivar outras instituições escolares realizarem propostas antirracistas nessa modalidade de ensino.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação e Docência

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