El constitucionalismo democrático en América Latina: la lucha de los movimientos sociales guiando la justicia de transición

dc.creatorEmílio Peluso Neder Meyer
dc.date.accessioned2021-08-05T18:15:02Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:34:36Z
dc.date.available2021-08-05T18:15:02Z
dc.date.issued2017-08-08
dc.description.abstractA seguir, a judicialização da justiça de transição é discutida em um panorama latino-americano. A hipótese sustentada é que a judicialização também atende ao cumprimento de uma exigência democrática, ainda que mesmo nos casos em que o poder sistema judicial não é simples para as demandas dos movimentos sociais, que podem impulsionar a luta pela direitos, é principalmente possível admitir a tese de autores como Siegel e Post. Fenômenos como reação, talvez devidamente contextualizada, pode bem explicar como os juízes mudam de posição, começando a abrigar demandas por justiça, mesmo em contextos de justiça transicional duradouro.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.2139/ssrn.3015300
dc.identifier.issn1556-5068
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/37311
dc.languagespa
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofSSRN Electronic Journals: the English & Commonwealth Law Abstracts Journal​
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPoder judiciário
dc.subjectDireitos humanos
dc.subjectMovimentos sociais
dc.subjectAmérica Latina
dc.subject.otherJusticia transicional
dc.subject.otherBacklash
dc.subject.otherDerechos humanos
dc.subject.otherRama judicial
dc.subject.otherConstitucionalismo democrático
dc.titleEl constitucionalismo democrático en América Latina: la lucha de los movimientos sociales guiando la justicia de transición
dc.title.alternativeDemocratic constitutionalism in Latin America: the social movements struggle guiding transitional justice
dc.title.alternativeConstitucionalismo democrático na América Latina: a luta dos movimentos sociais orientando a justiça de transição
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage26
local.citation.spage1
local.description.resumoEn lo que se sigue, la judicialización de la justicia de transición es discutida en un panorama latinoamericano. La hipótesis sostenida es la que la judicialización sirve también al cumplimiento de una exigencia democrática, mientras que mismo en los casos en que la rama judicial no es sencilla a las demandas de movimientos sociales, eso puede impulsar la lucha por derechos, principalmente se es posible admitir la tesis de autores como Siegel y Post. Fenómenos como backlash, acaso debidamente contextualizados, pueden bien explicar como jueces cambian de posición, pasando a abrigar demandas de justicia, mismo en contextos de justicia de transición de larga duración.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-7500-0705
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentDIR - DEPARTAMENTO DE DIREITO PÚBLICO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://ssrn.com/abstract=3015300

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