Avaliação de imunógenos antibotulínicos em uso no Brasil
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Dissertação de mestrado
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Elvio Carlos Moreira
Jose Britto Figueiredo
Jerome Langenegger
Jose Britto Figueiredo
Jerome Langenegger
Resumo
Foram avaliados os imunógenos antibotulínicos bivalentes C e D dos quatro laboratórios que produzem vacinas no país, quanto a esterilidade, a inocuidade e a eficiência. As vacinas semeadas em meios mantidos em aerobiose e anaerobiose mostraram-se estéreis. No teste de inocuidade em camundongos e cobaios os produtos também se revelaram inócuos, com exceção de uma partida que provocou a morte em cobaios com manifestações clínicas de botulismo. A eficiência foi avaliada através de testes de desafio, soro proteção e soroneutralização em camundongos, cobaios e bovinos vacinados. Apenas duas as oito partidas testadas conferiram proteção a camundongos inoculados com vacina não diluída, uma contra a Toxina D, quando desafiado com 500 DL50. Camundongos que receberam vacina diluida não apresentaram níveis de proteção. Nenhum dos produtos testados, conferiu níveis, mínimos de antitoxinas C e D, em cobaios inoculados com vacina não diluída. Os soros dos bovinos vacinados com as vacinas que indicaram proteção em camundongos, foram titulados por soroneutralização em camundongos mensalmente durante 12 meses pós-vacinação, verificando-se a presença de baixos níveis de antitoxinas séricas [< 0,1 unidade internacional por mililitro (U.I/ml) para o Tipo C e 0,5 U.I/ml para o Tipo D] e apenas transitoriamente após a vacinação de reforço. Conclui-se que as vacinas não atendem satisfatoriamente as exigências mínimas para a imunização dos bovinos.
Abstract
Assunto
Botulismo Aspectos imunologicos, Botulismo Vacinas Brasil
Palavras-chave
Medicina Veterinária