Avaliação de imunógenos antibotulínicos em uso no Brasil

dc.creatorFrancisco Carlos Faria Lobato
dc.date.accessioned2019-08-14T18:04:56Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:25:31Z
dc.date.available2019-08-14T18:04:56Z
dc.date.issued1989-12-15
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8QENH3
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBotulismo Aspectos imunologicos
dc.subjectBotulismo Vacinas Brasil
dc.subject.otherMedicina Veterinária
dc.titleAvaliação de imunógenos antibotulínicos em uso no Brasil
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Nivaldo da Silva
local.contributor.referee1Elvio Carlos Moreira
local.contributor.referee1Jose Britto Figueiredo
local.contributor.referee1Jerome Langenegger
local.description.resumoForam avaliados os imunógenos antibotulínicos bivalentes C e D dos quatro laboratórios que produzem vacinas no país, quanto a esterilidade, a inocuidade e a eficiência. As vacinas semeadas em meios mantidos em aerobiose e anaerobiose mostraram-se estéreis. No teste de inocuidade em camundongos e cobaios os produtos também se revelaram inócuos, com exceção de uma partida que provocou a morte em cobaios com manifestações clínicas de botulismo. A eficiência foi avaliada através de testes de desafio, soro proteção e soroneutralização em camundongos, cobaios e bovinos vacinados. Apenas duas as oito partidas testadas conferiram proteção a camundongos inoculados com vacina não diluída, uma contra a Toxina D, quando desafiado com 500 DL50. Camundongos que receberam vacina diluida não apresentaram níveis de proteção. Nenhum dos produtos testados, conferiu níveis, mínimos de antitoxinas C e D, em cobaios inoculados com vacina não diluída. Os soros dos bovinos vacinados com as vacinas que indicaram proteção em camundongos, foram titulados por soroneutralização em camundongos mensalmente durante 12 meses pós-vacinação, verificando-se a presença de baixos níveis de antitoxinas séricas [< 0,1 unidade internacional por mililitro (U.I/ml) para o Tipo C e 0,5 U.I/ml para o Tipo D] e apenas transitoriamente após a vacinação de reforço. Conclui-se que as vacinas não atendem satisfatoriamente as exigências mínimas para a imunização dos bovinos.
local.publisher.initialsUFMG

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