Entre tempos e tensões: o debate mediado sobre a Lei Maria da Penha (2001-2012)

dc.creatorRayza Sarmento de Sousa
dc.date.accessioned2019-08-13T01:02:06Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:47:11Z
dc.date.available2019-08-13T01:02:06Z
dc.date.issued2013-02-25
dc.description.abstractThis study examined the mediated debate over the Maria da Penha Law, during the years 2001 to 2012, in the newspapers "Folha de S. Paulo" and "O Globo", from the theoretical matrix of deliberations. Our defense is that oppressions arising of gender inequalities, like domestic violence and violence against women and the legislation on screen, cannot prescind of public discussion. We consider the media as a fundamental arena of a deliberative system for the emergency of such interpretative disputes. We seek to understand how it was built in the newspapers analyzed, the arguments and discourse relations over the Maria da Penha Law in two distinct periods: during the construction phase (2001 to 2005) and during the sanction and implementation (2006 to 2012) of legislation, from qualitative methodology focuses on the study of deliberation and media, coupled with the analysis of framework.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9HKK82
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectViolência familiar
dc.subjectCiência política
dc.subjectFeminismo
dc.subject.otherMídia
dc.subject.otherDeliberação
dc.subject.otherLei Maria da Penha
dc.subject.otherGênero
dc.titleEntre tempos e tensões: o debate mediado sobre a Lei Maria da Penha (2001-2012)
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Ricardo Fabrino Mendonca
local.contributor.referee1Rousiley Celi Moreira Maia
local.contributor.referee1Ana Carolina Freitas Lima Ogando
local.description.resumoEste trabalho analisou o debate mediado sobre a Lei Maria da Penha, durante os anos de 2001 a 2012, nos jornais Folha de S. Paulo e O Globo, a partir da matriz teórica deliberacionista. Nossa defesa é de que opressões advindas das desigualdades de gênero, tal qual a violência doméstica e familiar contra a mulher e a legislação em tela, não podem prescindir de discussão pública. Entendemos os meios de comunicação como arenas fundamentais de um sistema deliberativo para emergência dessas disputas interpretativas. Buscamos perceber como foram construídos nos jornais analisados os argumentos e relações discursivas sobre a Lei Maria da Penha em dois períodos distintos: na fase de construção (2001 a 2005) e durante a sanção e implementação (2006 a 2012) da legislação, a partir de metodologia qualitativa voltada para o estudo de deliberação e mídia, conjugada à análise de enquadramento.
local.publisher.initialsUFMG

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