Um nó que bruxuleia e se apaga: poesia e pensamento em Heráclito e Herberto Helder
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Dissertação de mestrado
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Raquel dos Santos Madanelo
Olimpio Jose Pimenta Neto
Olimpio Jose Pimenta Neto
Resumo
Nesta dissertação procuramos estabelecer um diálogo entre poesia e pensamento a partir da obra tardia de Herberto Helder - quatro últimos livros publicados pelo autor - e dos fragmentos legados pelo pensador pré-socrático Heráclito de Éfeso. Partimos da premissa da linguagem como lastro da proximidade dos seus discursos e adotamos a metáfora como elemento articulador de opostos sob uma unidade, estabelecendo, para fins expositivos, metamorfose e finitude como aspectos característicos desta articulação no âmbito da textualidade. Tomamos o fogo como fio condutor do cotejo proposto e a partir dele desenvolvemos possíveis pontos de convergência entre a poesia de Herberto e o pensamento de Heráclito no tocante tanto à metamorfose quanto à finitude.
Abstract
In this dissertation we try to establish a dialogue between poetry and thought from the late work of Herberto Helder - four last books published by the author - and from the fragments bequeathed by the Presocratic thinker Heraclitus of Ephesus. We start from the premise of language as a proxy for the proximity of their discourses and adopt the metaphor as an articulating element of opposites under a unit, establishing, for exhibition purposes, metamorphosis and finitude as characteristic aspects of this articulation within the scope of textuality. We selected fire as the guiding thread of the proposed collation and from it we developed possible points of convergence between Herberto's poetry and the thought of Heraclitus regarding both metamorphosis and finitude.
Assunto
Morte na literatura, Poesia portuguesa História e crítica, Filosofia e literatura, Heráclito, de Efeso Crítica e interpretação, Metáfora, Helder, Herberto, 1930- Crítica e interpretação
Palavras-chave
metamorfose, Herberto Helder, metáfora, finitude, Heráclito