Um nó que bruxuleia e se apaga: poesia e pensamento em Heráclito e Herberto Helder

dc.creatorMariana Pereira Guida
dc.date.accessioned2019-08-11T01:33:13Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:20:18Z
dc.date.available2019-08-11T01:33:13Z
dc.date.issued2019-02-18
dc.description.abstractIn this dissertation we try to establish a dialogue between poetry and thought from the late work of Herberto Helder - four last books published by the author - and from the fragments bequeathed by the Presocratic thinker Heraclitus of Ephesus. We start from the premise of language as a proxy for the proximity of their discourses and adopt the metaphor as an articulating element of opposites under a unit, establishing, for exhibition purposes, metamorphosis and finitude as characteristic aspects of this articulation within the scope of textuality. We selected fire as the guiding thread of the proposed collation and from it we developed possible points of convergence between Herberto's poetry and the thought of Heraclitus regarding both metamorphosis and finitude.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/LETR-BAFGVA
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMorte na literatura
dc.subjectPoesia portuguesa História e crítica
dc.subjectFilosofia e literatura
dc.subjectHeráclito, de Efeso Crítica e interpretação
dc.subjectMetáfora
dc.subjectHelder, Herberto, 1930- Crítica e interpretação
dc.subject.othermetamorfose
dc.subject.otherHerberto Helder
dc.subject.othermetáfora
dc.subject.otherfinitude
dc.subject.otherHeráclito
dc.titleUm nó que bruxuleia e se apaga: poesia e pensamento em Heráclito e Herberto Helder
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Silvana Maria Pessoa de Oliveira
local.contributor.referee1Raquel dos Santos Madanelo
local.contributor.referee1Olimpio Jose Pimenta Neto
local.description.resumoNesta dissertação procuramos estabelecer um diálogo entre poesia e pensamento a partir da obra tardia de Herberto Helder - quatro últimos livros publicados pelo autor - e dos fragmentos legados pelo pensador pré-socrático Heráclito de Éfeso. Partimos da premissa da linguagem como lastro da proximidade dos seus discursos e adotamos a metáfora como elemento articulador de opostos sob uma unidade, estabelecendo, para fins expositivos, metamorfose e finitude como aspectos característicos desta articulação no âmbito da textualidade. Tomamos o fogo como fio condutor do cotejo proposto e a partir dele desenvolvemos possíveis pontos de convergência entre a poesia de Herberto e o pensamento de Heráclito no tocante tanto à metamorfose quanto à finitude.
local.publisher.initialsUFMG

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