A embriaguez como força plástica da escritura: tramas além do bem e do mal entre João Guimarães Rosa e Nietzsche

dc.creatorJoao Batista Santiago Sobrinho
dc.date.accessioned2019-08-13T01:53:19Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:38:39Z
dc.date.available2019-08-13T01:53:19Z
dc.date.issued2007-04-25
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-72MKZH
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBem e mal na literatura
dc.subjectNietzsche, Friedrich Wilhelm, 1844-1900 Nascimento da tragédia Crítica e interpretação
dc.subjectLiteratura comparada
dc.subjectDionisio (Deus grego)
dc.subjectRosa, João Guimarães, 1908-1967 Crítica e interpretação
dc.subjectLiteratura
dc.subject.otherembriaguez dionisíaca
dc.subject.othermoldes nietzchianos
dc.subject.othertexto rosiano
dc.titleA embriaguez como força plástica da escritura: tramas além do bem e do mal entre João Guimarães Rosa e Nietzsche
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Vera Lucia de Carvalho Casa Nova
local.contributor.referee1Sonia Maria de Melo Queiroz
local.contributor.referee1Sabrina Sedlmayer Pinto
local.contributor.referee1Marco Antonio dos Santos Casa Nova
local.contributor.referee1Flávio Luiz Teixeira de Sousa Boaventura
local.description.resumoEste estudo estabelece aproximações, além do bem e do mal, entre os autores João Guimarães Rosa e Nietzche, a partir de dois enfoques principais, os quais advêm do prefácio "Nós, os temulentos", que se encontra no último livro publicado em vida por João Guimarães Rosa, Tutaméia, e do livro O nascimento da tragédia, primeiro livro do poeta e filósofo alemão Nietzche. Ambos atuam como veredas escriturais extaticas e provedoras de estilhaços de conceitos e diálogos que, entre os autores. O périplo do embriagado Chico, herói do prefácio "Nós, os temulentos", alegoriza o percurso trágico nos moldes nietzchianos, ou seja, da individuação apolínea à embriaguez dionisíaca e, finalmente à morte. Sua morte representa uma das perspectivas possíveis, numa escritura marcada pela indicidibilidade, o encontro com o Uno. Desvelamos, assim, a alegria trágica, à qual o texto rosiano, em minutos momentos, encena. Notadamente convergiram entre os autores em análise outras impulsividades como, por exemplo, o devir, o mito, a música, a perspectiva, a travessia e a ficção que, misturadas, possibilitam, na escritura rosiana, o afloramento de uma verdade nos moldes nietzchianos, uma verdade artística.
local.publisher.initialsUFMG

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