O open banking no Brasil, Reino Unido e Singapura: uma análise da regulação das APIs sob a perspectiva do direito concorrencial regulatório

dc.creatorGlacus Bedeschi
dc.date.accessioned2021-11-26T11:02:14Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:15:00Z
dc.date.available2021-11-26T11:02:14Z
dc.date.issued2021-07-30
dc.description.abstractThe present study analyzes the open banking model in Brazil, especially the way in which the implementation of data sharing interfaces, the APIs, has been regulated. For this purpose, it was decided to establish, specifically regarding the norms related to APIs, a comparison between the open banking models in the United Kingdom, Singapore, and Brazil. The research problem consists in verifying whether the rules concerning open banking in the studied jurisdictions are related to regulatory competition law, a notion elaborated by Dunne to distinguish the set of procedural and substantive characteristics common to regulatory law, but that has been frequently assumed by antitrust law, when it is used as a substitute or alternative to sectorial regulation. The initial hypothesis is that regulatory intervention regarding APIs bears the characteristics attributed to regulatory competition law. To prove this hypothesis, the scenario of the banking market in the moments prior to the proposition of open banking are analyzed, as well as the factors that influenced the adoption of this intervention, the use of technology in this segment and how technological resources collaborate to the emergence of new business models. From this framework, the present study seeks to conceptualize open banking and present the regulators' justifications for its adoption, as well as examine the use of APIs as a technological foundation for the achievement of open banking and the consequences of this practice. After this analysis, the study concludes that the rules relating to open banking come closer, to a greater or lesser extent, to the theory of regulatory competition law, depending on the studied jurisdiction.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/38730
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDireito
dc.subjectConcorrência
dc.subject.otherOpen banking
dc.subject.otherAPI
dc.subject.otherRegulação setorial
dc.subject.otherConcorrência
dc.titleO open banking no Brasil, Reino Unido e Singapura: uma análise da regulação das APIs sob a perspectiva do direito concorrencial regulatório
dc.title.alternativeOpen banking no Brasil: uma análise das normas relativas às APIs sob o prisma do direito concorrencial regulatório
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Amanda Flávio de Oliveira
local.contributor.advisor1Natália Cristina Chaves
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5766704083344603
local.contributor.referee1Leandro Novais e Silva
local.contributor.referee1Marcelo Madureira Prates
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9295966898555734
local.description.resumoO presente estudo analisa o modelo de open banking no Brasil, em especial, a forma como foi normatizada a implementação das interfaces de compartilhamento de dados, as APIs. Para tanto, optou-se por estabelecer, no que tange especificamente as normas relativas às APIs, uma comparação entre os modelos de open banking nas jurisdições de Reino Unido, Singapura e Brasil. O problema da pesquisa consiste em verificar se as normas atinentes ao open banking nas jurisdições estudadas guardam relação com o direito concorrencial regulatório, noção elaborada por Dunne para distinguir o conjunto de características de caráter procedimental e substantivo comuns ao direito regulatório, mas que têm sido frequentemente assumidas pelo direito antitruste, quando ele é utilizado como substituto ou alternativa à regulação setorial. A hipótese inicial é de que a intervenção regulatória relativa às APIs se reveste das características atribuídas ao direito concorrencial regulatório. Para a comprovação da hipótese, analisam-se o cenário do mercado bancário em momentos que antecederam à proposição do open banking e os fatores que influenciaram a adoção dessa intervenção, o uso de tecnologia nesse segmento e como os recursos tecnológicos colaboram para o surgimento de novos modelos negociais. A partir desse quadro, busca-se conceituar o open banking e apresentar as justificativas dos reguladores para a sua adoção, bem como examinar a utilização das APIs como fundamento tecnológico para a consecução do open baking e os desdobramentos dessa prática. Feita essa análise, o estudo conclui que as normas relativas ao open banking aproximam-se, em maior ou menor grau, da teoria do direito concorrencial regulatório, a depender da jurisdição estudada.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentDIREITO - FACULDADE DE DIREITO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Direito

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