O registro descritivo de aprendizagem para alunos com deficiência: uma análise na prática dos professores

dc.creatorMariana Clara de Castro
dc.creatorPedro Henrique Marques dos Santos
dc.creatorLia Constantino Criscoullo
dc.creatorAdriana Araújo Pereira Borges
dc.date.accessioned2025-01-10T20:02:58Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:34:07Z
dc.date.available2025-01-10T20:02:58Z
dc.date.issued2023
dc.identifier.issn2359-2109
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/79143
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCongresso Brasileiro de Educação Especial
dc.rightsAcesso Restrito
dc.subjectEducação inclusiva
dc.subjectEducação especial
dc.subjectPessoa com deficiência
dc.subject.otherPlano de Desenvolvimento Individual (PDI)
dc.subject.otherPlano de Ensino Individualizado (PEI)
dc.subject.otherEducação Inclusiva
dc.titleO registro descritivo de aprendizagem para alunos com deficiência: uma análise na prática dos professores
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage16
local.citation.issue10
local.citation.spage1
local.description.resumoO Plano de Ensino Individualizado (PEI) tem sido utilizado como instrumento para o registro do planejamento e acompanhamento dos estudantes com deficiência. Em Minas Gerais, a ferramenta é denominada de Plano de Desenvolvimento Individual (PDI) e é obrigatório nas escolas. No entanto, a cidade de Belo Horizonte, capital do estado, adota na rede municipal de ensino um outro modelo, denominado de Registro Descritivo de Aprendizagem (RDA). Com o objetivo de realizar uma análise da utilização do instrumento de avaliação para estudantes com deficiência no município, foi realizada uma pesquisa de abordagem qualitativa, com análise documental e observação em 10 escolas do Ensino Fundamental, distribuídas em 9 regionais da capital mineira. Na etapa da análise, foi realizada uma contextualização do PDI, utilizado no estado, e do RDA, utilizado no município. A observação foi feita durante o ano de 2022 com o uso de diário de campo. Como resultado, notou-se que a maioria dos professores não preenche o RDA dos estudantes pois, em um total de 58 docentes acompanhados, apenas 3 deles preencheram os registros, sendo 2 regentes e 1 profissional do Atendimento Educacional Especializado (AEE). Conclui-se que a orientação expressa nos documentos que regem a política de Educação Especial no município não são suficientes para garantir os registros de acompanhamento dos alunos com deficiência.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0009-0003-2976-3132
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-4602-7415
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-0493-0099
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://proceedings.science/cbee/cbee-2023/trabalhos/o-registro-descritivo-de-aprendizagem-para-alunos-com-deficiencia-uma-analise-na?lang=pt-br

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