Corposições cartografia das bicha
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Data
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Tese de doutorado
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Marco José Duarte
Djalma Thurler
Jaqueline Gomes de Jesus
Paulo Henrique de Queiroz Nogueira
André Márcio Picanço Favacho
Djalma Thurler
Jaqueline Gomes de Jesus
Paulo Henrique de Queiroz Nogueira
André Márcio Picanço Favacho
Resumo
No exercício de criar outras maneiras de pensar, de compor afetos para escapar do corpo explicado, definido, identificado e hierarquizado, movem-se pesquisadore e pesquisa, nem tão juntes como se diz, nem tão distantes quanto se pensa. Um corpo pensa, sente, age, ensina, goza, aprende... Em movimentos constantes de desfazer-se daquilo que aprisiona. Para experimentar um corpo como território de produção de saberes, é preciso exercitar as suas descolonizações consigo e com outres. Uma metodologia é apresentada, mas não existe um manual de como se livrar das colonizações, elas são cada vez mais sofisticadas; o que as corposições propõem, antes, são movimentos para perceber como cada corpo ainda funciona como território de mesmices, re-produzidas aos montes para a manutenção do uno. Compõem- se corpo e bicha e HIV e educação e pequenos crimes antinormas e exercícios de chamamento de corpos em via de ser e dissidências em movimento e... Vem correndo, buneca!
Abstract
Through the exercise of creating other ways of thinking, of composing with affection to escape from the explained, defined, identified and hierarchical body, researchers and research move, not as close together as it has been said, nor as distant as it has been thought. A body thinks, feels, acts, teaches, enjoys, learns... In constant movements of undoing what it imprisons. To experience a body as a territory for the production of knowledge it is necessary to exercise its decolonizations with itself and with others. A methodology is presented, but there is no manual on how to get free from colonization, they are increasingly sophisticated; what is presented through the "corposições", rather, are movements to perceive how each body still works as a territory of sameness, re-produced in droves for the maintenance of the one. Body and fag and HIV and education and petty anti-norm crimes and exercises of calling bodies in the process of being and dissidences in motion and... Hurry up, buneca!
Assunto
Educação, Relações de gênero, Discriminação de sexo na educação, Homossexualidade masculina, Identidade sexual na educação, Orientação sexual, Transexuais, Pessoas LGBTQ+, Imagem corporal, Racismo, Descolonização, Pós-colonialismo, Cristianismo
Palavras-chave
Corposição, Decolonialidade, Corpos, Educação, Heterocissexismo, Racismo, Cristianismo