Ruptura e continuidade em Apolônio de Rodes: os símiles nas Argonáuticas I

dc.creatorLeonardo Medeiros Vieira
dc.date.accessioned2019-08-09T17:21:40Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:02:19Z
dc.date.available2019-08-09T17:21:40Z
dc.date.issued2006-03-02
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/LETR-6W7JM6
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPoesia épica grega
dc.subjectHelenismo
dc.subjectHomero Crítica e interpretação
dc.subject.otherApolônio de Rodes
dc.subject.otherPoetas helenísticos gregos
dc.subject.otherArgonáuticas
dc.titleRuptura e continuidade em Apolônio de Rodes: os símiles nas Argonáuticas I
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Teodoro Renno Assuncao
local.contributor.referee1Jacyntho Jose Lins Brandao
local.contributor.referee1Christian Werner
local.description.resumoEsta dissertação procura entender como Apolônio de Rodes, um dos três principais poetas helenísticos gregos, reformulou um dos elementos mais célebres da épica oral homérica, o símile ou comparação, e utilizou na composição das suas Argonáuticas. Tal objetivo foi perseguido por meio da análise do símiles das Argonáuticas I, da consideração dos modelos homéricos utilizados por Apolônio na sua composição e do cotejo entre a técnica dos símiles do poeta helenístico e aquela de Homero. Inicialmente, foi realizada uma revisão da bibliografia sobre símile homérico, objetivando individuar e descrever as várias categorias pertinentes ao seu estudo (estrutrura, temática, funções, relação com a narrativa e contexto imediatos) que posteriormente foram aplicadas à análise das comparações de Apolônio. Durante essa análise, constatou-se que a apropriação efetuada por Apolônio do símile homérico é extremamente sofisticada e funcional para a escrita de sua nova épica e conforma-se plenamente à prática alexandrina da imitação criativa ou arte alusiva, não devendo, portanto, ser entendida como aperfeiçoamento evolucionista, pois comportaria antes uma grande admiração e um profundo reconhecimento da utilidade narrativa dessa ferramenta estilística arcaica, do que uma percepção negativa acerca da grande poesia do passado da qual ela é continuidade diferenciada.
local.publisher.initialsUFMG

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