Frequency effects of L2 English on the processing of the passive in L1 Brazilian Portuguese
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Efeitos de frequência da L2 inglês no processamento da passiva em L2 português brasileiro
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Resumo
This study investigated the influence of experience with L2 English in the
processing of passives in L1 Brazilian Portuguese (BP) by high-proficiency bilinguals
and BP monolinguals. Based on the premise that high L2 proficiency is indicative of
widespread representational sharing (BERNOLET; HARTSUIKER; PICKERING,
2013) and on the observation that the passive is significantly more productive in English
than in BP (GUIMARÃES; SOUZA, 2016), bilinguals’ processing of the construction
is expected to be facilitated by L2 exposure. Subjects performed an acceptability
judgment task and two sentence elicitation tasks. Both groups considered the passive
as acceptable as the active, with no significant differences between the two groups’
judgments of the passive. Differences were found in the oral production of passives
between bilinguals and monolinguals, but not in written production: task type influenced
the production of monolinguals in that passive productivity fell significantly from the
written to the oral task. The difference in productivity levels of the passive between
bilinguals and monolinguals is attributed to bilinguals’ exposure to the construction’s
distributional properties in the L2, supporting models of bilingual shared representations
(HARTSUIKER; PICKERING; VELTKAMP, 2004).
Abstract
Este estudo investigou a influência da experiência com L2 inglês no
processamento de passivas em L1 português brasileiro (PB) por bilíngues de
alta proficiência e monolíngues do PB. Baseando-se na premissa de que alta proficiência em L2 é indicativa de compartilhamento generalizado de representações
(BERNOLET; HARTSUIKER; PICKERING, 2013) e na observação de que a passiva
é significativamente mais produtiva em inglês do que no PB (GUIMARÃES; SOUZA,
2016)propomos uma visão construcional da construção, na qual ela é tomada como
entidade teórica independente. Apesar de sintaticamente congruente no português
brasileiro (PB, espera-se que o processamento da construção por bilíngues seja
facilitado pela exposição à L2. A compreensão da construção foi observada através
de uma tarefa de julgamento de aceitabilidade de sentenças, enquanto a produção foi
observada a partir de duas tarefas de descrição de imagens (uma escrita e outra oral).
Tanto bilíngues quando monolíngues julgaram a passiva tão aceitável quanto a ativa,
sem diferença significativa nos julgamentos entre os dois perfis linguísticos. Apesar
de as passivas terem sido menos frequentes do que as ativas nas tarefas de produção, o
tipo de tarefa influenciou o número de ocorrências de passivas dentre os monolíngues:
sua produção foi similar à dos bilíngues na tarefa escrita, mas significativamente menor
na tarefa oral. A diferença nos níveis de produtividade de passivas entre bilíngues e
monolíngues é atribuída à exposição dos bilíngues às propriedades distribucionais da
construção na L2, corroborando modelos de compartilhamento representacional bilíngue
(HARTSUIKER; PICKERING; VELTKAMP, 2004).
Assunto
Bilinguismo, Línguas, Língua inglesa - Estudo e ensino - Método bilíngue, Língua portuguesa - Estudo e ensino
Palavras-chave
Bilingualism, Frequency effects, L2 proficiency, Passive construction, Acceptability judgment, Oral production, Written production
Citação
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http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/relin/article/view/16930