Frequency effects of L2 English on the processing of the passive in L1 Brazilian Portuguese

dc.creatorMara Passos Guimarães
dc.date.accessioned2023-12-28T20:01:09Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:09:58Z
dc.date.available2023-12-28T20:01:09Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractEste estudo investigou a influência da experiência com L2 inglês no processamento de passivas em L1 português brasileiro (PB) por bilíngues de alta proficiência e monolíngues do PB. Baseando-se na premissa de que alta proficiência em L2 é indicativa de compartilhamento generalizado de representações (BERNOLET; HARTSUIKER; PICKERING, 2013) e na observação de que a passiva é significativamente mais produtiva em inglês do que no PB (GUIMARÃES; SOUZA, 2016)propomos uma visão construcional da construção, na qual ela é tomada como entidade teórica independente. Apesar de sintaticamente congruente no português brasileiro (PB, espera-se que o processamento da construção por bilíngues seja facilitado pela exposição à L2. A compreensão da construção foi observada através de uma tarefa de julgamento de aceitabilidade de sentenças, enquanto a produção foi observada a partir de duas tarefas de descrição de imagens (uma escrita e outra oral). Tanto bilíngues quando monolíngues julgaram a passiva tão aceitável quanto a ativa, sem diferença significativa nos julgamentos entre os dois perfis linguísticos. Apesar de as passivas terem sido menos frequentes do que as ativas nas tarefas de produção, o tipo de tarefa influenciou o número de ocorrências de passivas dentre os monolíngues: sua produção foi similar à dos bilíngues na tarefa escrita, mas significativamente menor na tarefa oral. A diferença nos níveis de produtividade de passivas entre bilíngues e monolíngues é atribuída à exposição dos bilíngues às propriedades distribucionais da construção na L2, corroborando modelos de compartilhamento representacional bilíngue (HARTSUIKER; PICKERING; VELTKAMP, 2004).
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.17851/2237-2083.29.1.215-258
dc.identifier.issn22372083
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/62208
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista de estudos da linguagem
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBilinguismo
dc.subjectLínguas
dc.subjectLíngua inglesa - Estudo e ensino - Método bilíngue
dc.subjectLíngua portuguesa - Estudo e ensino
dc.subject.otherBilingualism
dc.subject.otherFrequency effects
dc.subject.otherL2 proficiency
dc.subject.otherPassive construction
dc.subject.otherAcceptability judgment
dc.subject.otherOral production
dc.subject.otherWritten production
dc.titleFrequency effects of L2 English on the processing of the passive in L1 Brazilian Portuguese
dc.title.alternativeEfeitos de frequência da L2 inglês no processamento da passiva em L2 português brasileiro
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage258
local.citation.issue1
local.citation.spage215
local.citation.volume29
local.description.resumoThis study investigated the influence of experience with L2 English in the processing of passives in L1 Brazilian Portuguese (BP) by high-proficiency bilinguals and BP monolinguals. Based on the premise that high L2 proficiency is indicative of widespread representational sharing (BERNOLET; HARTSUIKER; PICKERING, 2013) and on the observation that the passive is significantly more productive in English than in BP (GUIMARÃES; SOUZA, 2016), bilinguals’ processing of the construction is expected to be facilitated by L2 exposure. Subjects performed an acceptability judgment task and two sentence elicitation tasks. Both groups considered the passive as acceptable as the active, with no significant differences between the two groups’ judgments of the passive. Differences were found in the oral production of passives between bilinguals and monolinguals, but not in written production: task type influenced the production of monolinguals in that passive productivity fell significantly from the written to the oral task. The difference in productivity levels of the passive between bilinguals and monolinguals is attributed to bilinguals’ exposure to the construction’s distributional properties in the L2, supporting models of bilingual shared representations (HARTSUIKER; PICKERING; VELTKAMP, 2004).
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-0251-3013
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/relin/article/view/16930

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