Fatores de risco para recidiva da neoplasia intraepitelial cervical após cirurgia da alta frequência

dc.creatorHelena Rabelo Castro Meira
dc.date.accessioned2019-08-09T17:44:00Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:27:07Z
dc.date.available2019-08-09T17:44:00Z
dc.date.issued2014-06-09
dc.description.abstractObjectives: To evaluate the frequency of recurrence of cervical intraepithelial neoplasia after conization with high frequency surgery and assess the factors are associated with recurrence of cervical intraepithelial neoplasia. Patients and methods: retrospective cohort study (1998-2011), evaluated 287 patients with cervical intraepithelial neoplasia undergoing conization of the cervix. The surgical specimen was sent for histopathological examination, which assessed the degree of lesion margins and glandular involvement. Patients were followed every 6 months with cytology sample collection for HPV DNA, colposcopy and biopsy when indicated. The mean follow-up was 25.1 months. The lesions after surgery, were confirmed by biopsy was considered recurrences. For analysis of the qualitative characteristics was performed univariate analysis using the Kaplan - Meier results associated with the log - rank test. Multivariate analysis was performed by adjusting the Cox model to statistical significance of p - value < 0.05. Results: In the study, 65 (22.6 %) patients had histopathologic diagnosis of recurrence. The recurrence rate in HIV positive patients was higher with a relative risk of 4.45 and CI (2.73 to 7.25). The glandular involvement was associated with recurrence in HF and 2.82 (1.73 to 4.62) and positive margins relative risk of2, 81 and CI (1.69 to 4.65). Conclusions: Recurrence of CIN is associated with positive margins, the HIV seropositivity and glandular involvement. The risk of recurrence in women with HIV virus was significantly higher compared with women not infected with HIV.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-A8QNA6
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCirurgia geral
dc.subjectGinecologia
dc.subjectNeoplasia intraepitelial cervical
dc.subjectProgramas de rastreamento
dc.subjectNeoplasia intraepitelial cervical/diagnóstico 
dc.subjectConização
dc.subjectInfecções por HIV
dc.subjectRecidiva local de neoplasias/diagnóstico
dc.subject.otherRecidiva de neoplasia intraepitelial
dc.subject.otherNeoplasia intraepitelial cervical
dc.subject.otherConização
dc.subject.otherInfecções por HIV
dc.titleFatores de risco para recidiva da neoplasia intraepitelial cervical após cirurgia da alta frequência
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Maria Ines de Miranda Lima
local.contributor.advisor1Victor Hugo de Melo
local.description.resumoObjetivos: avaliar a frequência de recidiva da neoplasia intraepitelial cervical após conização do colo uterino com cirurgia de alta frequência e analisar os fatores que se associam à recidiva de neoplasia intraepitelial cervical. Pacientes e métodos: estudo de coorte retrospectiva (1998 a 2011), sendo avaliadas 287 pacientes com diagnóstico de neoplasia intraepitelial cervical submetidas à conização do colo. A peça cirúrgica foi encaminhada para exame histopatológico, que avaliou o grau da lesão, as margens e o comprometimento glandular. As pacientes foram acompanhadas a cada seis meses com citologia, coleta de amostra para papilomavírus humano ácido desoxirribonucleico (HPV-DNA), colposcopia e biópsia, quando indicado. O tempo de seguimento médio foi de 25,1 meses. Foram consideradas recidivas as lesões que, após a cirurgia, foram confirmadas novamente por biópsia. Para a análise das características qualitativas foi realizada análise univarida por meio de Kaplan-Meier associado aos resultados do teste log-rank. A análise multivarida foi feita a partir do ajuste do modelo de Cox até significância estatística do valor-p<0,05. Resultados: no estudo, 65 (22,6%) pacientes tiveram diagnóstico histopatológico de recidiva da lesão. A incidência de recidiva nas pacientes positivas para o vírus da imunodeficiência humana (HIV) foi maior, com risco relativo de 4,45 e intervalo de confiança (IC) (2,73-7,25). O comprometimento glandular associou-se à recidiva em 2,82 e IC (1,73-4,62) e às margens comprometidas com risco relativo de 2,81 e IC (1,69-4,65). Conclusões: a recidiva de neoplasia intraepitelial cervical (NIC) associou-se a: margens comprometidas, soropositividade para o HIV e o comprometimento glandular. O risco de recidiva em mulheres portadoras do HIV foi significativamente mais alto, comparado com as mulheres não infectadas pelo HIV.
local.publisher.initialsUFMG

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