Estrutura de capital e ratings de crédito: evidências no mercado acionário brasileiro

dc.creatorGustavo Henrique Dias Souza
dc.creatorLarissa Queiroz de Melo
dc.creatorWagner Moura Lamounier
dc.creatorValéria Gama Fully Bressan
dc.date.accessioned2023-08-28T13:35:12Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:23:08Z
dc.date.available2023-08-28T13:35:12Z
dc.date.issued2019-06
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/58279
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCongresso Anpcont
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMercado financeiro
dc.subjectCapital (Economia)
dc.subjectAnálise de crédito
dc.subject.otherEstrutura de Capitais
dc.subject.otherRatings de crédito
dc.subject.otherTrade-off estático
dc.subject.otherEndividamento
dc.titleEstrutura de capital e ratings de crédito: evidências no mercado acionário brasileiro
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issue13
local.description.resumoA estrutura de capital de uma firma deve ser considerada para a análise da sua probabilidade de falência e vice-versa. Nesse sentido, esta pesquisa objetivou avaliar a aplicabilidade da teoria do trade-off estático a partir da relação entre índices de endividamento e os determinantes da estrutura de capital. O problema retratado avalia a relação entre a estrutura de capital das firmas e a classificação de risco de crédito no mercado acionário brasileiro. Diferentemente e como contribuição, o estudo considera a probabilidade de inadimplência das empresas a partir de proxies sobre os ratings de crédito dessas empresas. Metodologicamente, foram analisadas empresas de capital aberto listadas na B3 e os modelos operacionalizados por meio de dados em painel com estimação por Mínimos Quadrados Generalizados Factíveis (FGLS). As variáveis dependentes utilizadas foram os níveis de endividamento de curto prazo, de longo prazo e total. Os resultados indicaram relações significativas principalmente entre tamanho, rentabilidade e tangibilidade dos ativos em algum dos níveis de endividamento. A classificação de rating só foi significativa para explicar o endividamento total das firmas da amostra. Já a variável dummy, ser ou não classificada pelas agências de crédito, foi estatisticamente significativa para os três modelos utilizados no trabalho. Assim, este estudo gera implicações que contribuem: para a teoria sobre estrutura de capital e sobre a influência dos ratings para essa análise; e de forma prática para as empresas e gestores, a fim de avaliarem o rating como uma possível medida para a definição da estrutura de capital das firmas.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://anpcont.org.br/congresso-anpcont-anteriores/congresso-anpcont-2019/

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