O exercício físico autorregulado, em ambiente quente, nãoaumenta o estresse oxidativo nem reduz o desempenho

dc.creatorMichele Macedo Moraes
dc.date.accessioned2019-08-11T23:19:13Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:26:32Z
dc.date.available2019-08-11T23:19:13Z
dc.date.issued2010-08-13
dc.description.abstractFatigue has been thought, according to integrated models, as a protector mechanism that causes the end of the exercise or the decline in physical work capacity, before any kind of homeostasis failure. Usually, the ambient temperature and the accumulation of metabolic products are integrated factors involved in fatigue. A possible metabolic product, which influences performance, is the reactive oxygen species (ROS). The aim ofthis study was to investigate the individual performance in a warm and a temperate ambient, during a self-paced exercise and to estimate the ROS influence in fatigue. Some days before the exercise bout, nine subjects (26,89 ± 1,32 years old) voluntarily performed a progressive test to evaluate the maximal power output and to become familiar with the test protocol used during the trial. During the test days, the subjects stayed 20 minutes in rest and performed 20 minutes of self-paced exercise in bicycle, in a temperate (23ºC / 62% URA) or in a warm (34ºC / 65% URA) ambient. The ambient did not influence the performance or the perception of effort (PSE). In the end of self-paced protocol, the rectal temperature the internal temperature indicator that is concordant with tympanic temperature was higher in the warm trial, but the heat storage wassimilar in both conditions. The following thermoregulation adjustments to heat dissipation, on warm ambient, were observed: increasing in skin temperature and in heart rate. The lactate concentration increased during exercise in both situations; glucose decreased and ROS production by diacylglycerol protein kinase C (DAG-PKC) increased only during warm exercise trial. Despite the fact that ROS capacity production increased, the antioxidant or malondialdehyde (MDA) concentration did not change. Theresults of the present study showed that the modifications in some physiological responses because of the warm ambient were not sufficiently strong to decrease the exercise performance.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/KMCG-8EJPZ5
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação física
dc.subject.otherestresse oxidativo
dc.subject.otherexercício físico
dc.subject.otherambiente quente
dc.subject.otherexercício autorregulado
dc.subject.otherfadiga
dc.subject.othertermorregulação
dc.titleO exercício físico autorregulado, em ambiente quente, nãoaumenta o estresse oxidativo nem reduz o desempenho
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Danusa Dias Soares
local.contributor.referee1Jacqueline Isaura Alvarez Leite
local.contributor.referee1Luiz Oswaldo Carneiro Rodrigues
local.description.resumoA fadiga é entendida, pelos modelos integrados, como um mecanismo protetor que resulta em interrupção do esforço ou em redução da intensidade do exercício, antes que esse possa representar um risco para a homeostase. Considera-se que o ambiente e o acúmulo de metabólitos são fatores integrados centralmente para determinação dodesempenho. Um fator apontado como possível influência para a fadiga é a produção de espécies reativas de oxigênio (ERO). O objetivo deste estudo foi avaliar o desempenho físico, em ambiente quente, durante um exercício com intensidade autorregulada, bem como a possível influência das ERO sobre a fadiga. Participaram deste estudo 9 voluntários (26,89 ± 1,32 anos) que, dias antes do experimento, realizaram um exercício com intensidade progressiva para avaliação da potência máxima e foram familiarizados com o exercício experimental. Os voluntários realizaram 20 minutos de repouso e 20 minutos de exercício com intensidade autorregulada em bicicleta, em ambientetemperado (23ºC / 62% URA) e quente (34ºC / 65% URA). O ambiente não influenciou o desempenho ou a percepção subjetiva do esforço (PSE). Ao final do exercício autorregulado, o valor de temperatura retal - um indicador de temperatura interna com o qual a temperatura auricular mostrou-se concordante foi maior em ambiente quente, mas a taxa de acúmulo de calor não foi diferente entre os ambientes. As respostas para a facilitação da dissipação de calor, no ambiente quente, foram observadas pela elevação da temperatura média da pele e da frequência cardíaca quando comparadas àquelas do temperado. O exercício levou ao aumento na concentração de lactato e, no ambiente quente, à redução da concentração de glicose e aumento da atividade da via diacilglicerol - proteína quinase C (DAG-PKC) para a produção de ERO - o que não alterou a capacidade antioxidante do plasma ou a concentração de malondialdeído (MDA). Neste estudo, as alterações fisiológicas, no ambiente quente, não foram suficientes para, na integração aos demais sinais, levar à redução do desempenho.
local.publisher.initialsUFMG

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