Em torno do real: a escrita de Machado de Assis e o trabalho do leitor

dc.creatorLuiza Angelica Fonseca Caldeira
dc.date.accessioned2019-08-10T06:28:53Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:27:32Z
dc.date.available2019-08-10T06:28:53Z
dc.date.issued2006-04-06
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ALDR-6NKP4Q
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectRealidade em literatura
dc.subjectEstratégia textual
dc.subjectAssis, Machado de, 1839-1908 Memórias póstumas de Brás Cubas Crítica e interpretação
dc.subjectAssis, Machado de, 1839-1908 Estética
dc.subjectAssis, Machado de, 1839-1908 Crítica textual
dc.subjectLeitores Influência
dc.subjectEstética da recepção
dc.subject.otherDescentramento do sujeito
dc.subject.other" Lampejos do real"
dc.subject.otherDiscurso machadiano
dc.titleEm torno do real: a escrita de Machado de Assis e o trabalho do leitor
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Marli de Oliveira Fantini Scarpelli
local.contributor.referee1Constancia Lima Duarte
local.contributor.referee1Cleusa Rios Pinheiro Passos
local.description.resumoEste trabalho investiga a escrita de Machado de Assis como um lugar que provoca no leitor um trabalho. Isso decorre na medida em que o texto apresenta uma estética da desconstrução, operando com descentramento do sujeito. Além disso, trata-se de uma narrativa que convida o receptor e aponta-lhe a falta. Analisamos Memórias Póstumas de Brás Cubas por consideramos que este texto assinala com insistência a falta constitutiva do sujeito e que, desse modo, pode levar o leitor a fazer um trabalho em torno do inominável, do impossível - do real. O texto machadiano coloca em questão o fato de que há no real algo mais, para cuja abordagem são insuficientes as experiências do saber. Através da leitura, o leitor poderá fazer a borda em torno desse real. Assim sendo, pensamos que o leitor pode fazer um trabalho no sentido de construir relações subjetivas com o saber, de construir um saber, de construir um saber haver-se-ia, ou seja, um saber que aceite sua limitação frente á falta de sentidos. Para tanto, temos como proposta, além de destacar a operação de descentramento do discurso machadiano, recortar e focalizar as insistências das referências feitas ao leitor, em Memórias Póstumas de Brás Cubas, bem como apontar as estratégias ficcionais que possibilitam implicação do leitor, Marcamos no texto as passagens que sugerem uma prática com a linguagem de limite, e que revelem " lampejos do real".
local.publisher.initialsUFMG

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
dissserta__o_de_luiza_ang_lica_fonseca_pdf.pdf
Tamanho:
677.14 KB
Formato:
Adobe Portable Document Format