Festa como política de vida : da sobrevivência pandêmica à prática cotidiana para um bem-viver
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Tese de doutorado
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Cíntia Sanmartin Fernandes
Carlos Magno Camargos Mendonça
Thiago Emanoel Ferreira
Victor de Almeida Nobre Pires
Carlos Magno Camargos Mendonça
Thiago Emanoel Ferreira
Victor de Almeida Nobre Pires
Resumo
Partindo do pressuposto que a vida cotidiana é composta por misérias de vários tipos e que a festa é uma situação comunicativa usada como estratégia para lidarmos com esses sofrimentos, esta tese, que foi atravessada pela experiência pandêmica do Covid-19, reflete sobre uma possível dimensão política e cotidiana da festa, uma dimensão festiva da vida. Essa dimensão festiva é pensada aqui enquanto uma prática cotidiana intervalar e erótica que foca principalmente no bem-estar e em um viver bem coletivo e solidário. Tomamos a festa e a dimensão festiva aqui como uma política de vida que parte, inicialmente, de uma estratégia de “sobrevivência” em relação aos modos de vida “miseráveis” pautados pela colonialidade e vislumbra, posteriormente, a partir do movimento teórico das encruzilhadas, uma “vivência” ou uma “convivência” mais aprazível com o mundo, apesar desses problemas e misérias cotidianas. Mas essa convivência aqui não pretende ser pacificadora, e sim uma prática política encantada de luta por mundos mais prazerosos.
Abstract
Assunto
Comunicação - Teses, Festas - Teses, Experiência - Teses
Palavras-chave
Festa, Experiência, Encruzilhada, Corpo, Comunicação