Festa como política de vida : da sobrevivência pandêmica à prática cotidiana para um bem-viver

dc.creatorRafael Andrade de Oliveira e Silva
dc.date.accessioned2023-07-27T15:23:55Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:20:27Z
dc.date.available2023-07-27T15:23:55Z
dc.date.issued2023-06-22
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/57060
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectComunicação - Teses
dc.subjectFestas - Teses
dc.subjectExperiência - Teses
dc.subject.otherFesta
dc.subject.otherExperiência
dc.subject.otherEncruzilhada
dc.subject.otherCorpo
dc.subject.otherComunicação
dc.titleFesta como política de vida : da sobrevivência pandêmica à prática cotidiana para um bem-viver
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Bruno Souza Leal
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9215602441698629
local.contributor.referee1Cíntia Sanmartin Fernandes
local.contributor.referee1Carlos Magno Camargos Mendonça
local.contributor.referee1Thiago Emanoel Ferreira
local.contributor.referee1Victor de Almeida Nobre Pires
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6817276081203461
local.description.resumoPartindo do pressuposto que a vida cotidiana é composta por misérias de vários tipos e que a festa é uma situação comunicativa usada como estratégia para lidarmos com esses sofrimentos, esta tese, que foi atravessada pela experiência pandêmica do Covid-19, reflete sobre uma possível dimensão política e cotidiana da festa, uma dimensão festiva da vida. Essa dimensão festiva é pensada aqui enquanto uma prática cotidiana intervalar e erótica que foca principalmente no bem-estar e em um viver bem coletivo e solidário. Tomamos a festa e a dimensão festiva aqui como uma política de vida que parte, inicialmente, de uma estratégia de “sobrevivência” em relação aos modos de vida “miseráveis” pautados pela colonialidade e vislumbra, posteriormente, a partir do movimento teórico das encruzilhadas, uma “vivência” ou uma “convivência” mais aprazível com o mundo, apesar desses problemas e misérias cotidianas. Mas essa convivência aqui não pretende ser pacificadora, e sim uma prática política encantada de luta por mundos mais prazerosos.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Comunicação Social

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