Ensaio, ciência e história em Os parceiros do Rio Bonito: uma leitura historiográfica da obra de Antonio Candido

dc.creatorHugo Mateus Goncalves Rocha
dc.date.accessioned2019-08-14T01:45:11Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:34:02Z
dc.date.available2019-08-14T01:45:11Z
dc.date.issued2017-12-20
dc.description.abstractIn this research, we analyze the book, ¯Os Parceiros do Rio Bonito: estudo do caipira paulista e a transformação dos seus meios de vida by the sociologist and literary critic Antonio Candido de Mello e Souza. In this way, we seek to explore the dialogues established by the author with brazilian social thought produced between the 1900s and 1950s. The central idea behind research is to explore how by specifically analyzing a process of on going social transformation in culture, the author used a different material, which included theoretical and methodological axes of Sociology and Anthropology, along with historiographical interpretations of bandeirante expansion, as well as references to brazilian social thought from the decades of 1900 to 1940, recognized as part of the essayistic tradition in national thought. Thus, in the first chapter, we seek to explore the authors options in developing his research and dividing it into three sections. In the second chapter, we try to understand how the author established the central guidelines for the identification of the caipira and its societies. Finally, in the third chapter, we tried to justify that in endeavoring to carry out that study, Antonio Candido would have developed a text that, although generated from an academic research, ¯Os Parceiros do Rio Bonito can also be interpreted as a work which presents elements of both the tradition of Brazilian thought in the early twentieth century and the sociological research model that took shape in Brazil from the mid - 1940s and 1950s.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-AVCLTG
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectHistoriografia
dc.subjectHistória
dc.subjectCandido, Antonio, 1918-2017t Parceiros do Rio Bonito
dc.subject.otherOs Parceiros do Rio Bonito
dc.subject.otherHistória da Historiografia
dc.subject.otherAntonio Candido
dc.subject.otherEnsaio interpretativo
dc.subject.otherPensamento Social Brasileiro
dc.titleEnsaio, ciência e história em Os parceiros do Rio Bonito: uma leitura historiográfica da obra de Antonio Candido
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Douglas Atilla Marcelino
local.contributor.referee1Mateus Henrique de Faria Pereira
local.contributor.referee1Alessandra Soares Santos
local.description.resumoNa presente pesquisa, analisamos a obra ¯Os Parceiros do Rio Bonito: estudo do caipira paulista e a transformação dos seus meios de vida, de autoria do sociólogo e crítico literário Antonio Candido de Mello e Souza. Buscamos explorar os diálogos estabelecidos pelo autor com o Pensamento Social Brasileiro produzido entre as décadas de 1900 e 1950. O propósito central em que se baseia a investigação consiste em compreender como o autor analisou, especificamente, um processo de transformação social em curso na cultura e na sociedade caipira. Para isso, lançamos mão de um material distinto que incluiu eixos teóricos e metodológicos ligados à Sociologia e à Antropologia, ao lado de interpretações historiográficas sobre a expansão bandeirante, além de referências ao Pensamento Social Brasileiro das décadas de 1900 a 1940, reconhecida como parte da tradição ensaística no pensamento nacional. Assim, no primeiro capítulo, procuramos explorar as opções do autor ao desenvolver sua pesquisa e por dividi-la em três seções. No segundo capítulo, procuramos compreender como Candido estabeleceu as diretrizes centrais para a identificação do caipira e de suas sociedades. Por fim, no terceiro capítulo, procuramos fundamentar a razão pela qual, ao se empenhar em realizar o estudo, Antonio Candido teria desenvolvido um texto que, apesar de gerado com base em uma pesquisa acadêmica associada ao campo das Ciências Sociais, pode ser interpretada tanto como uma obra que apresenta elementos da tradição do pensamento brasileiro no início do século XX, quanto ao modelo de investigação sociológica que tomou corpo no país a partir de meados das décadas de 1940 e 1950.
local.publisher.initialsUFMG

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