Efeitos protetores do propofol e do sevoflurano em cirurgia torácica

dc.creatorEmerson Seiberlich Rezende
dc.creatorPaula Maselli
dc.creatorVinícius Martins de Andrade
dc.date.accessioned2022-03-22T20:11:39Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:22:18Z
dc.date.available2022-03-22T20:11:39Z
dc.date.issued2016
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.5935/2238-3182.20160067
dc.identifier.issn22383182
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/40319
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Médica de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectProcedimentos Cirúrgicos Torácicos
dc.subjectVentilação Pulmonar
dc.subjectAnestésicos Intravenosos
dc.subjectAnestésicos Inalatórios
dc.subjectPropofol
dc.titleEfeitos protetores do propofol e do sevoflurano em cirurgia torácica
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage27
local.citation.spage23
local.citation.volume26
local.description.resumoIntrodução: a isquemia-reperfusão (I/R) produz grande quantidade de radicais livres, produzindo dano tissular. A ventilação monopulmonar (VMP) geralmente é necessária na cirurgia torácica e a injúria I/R, na VMP, está relacionada diretamente à morbidade e à mortalidade em cirurgias de ressecção pulmonar. O objetivo desta revisão é avaliar na literatura os efeitos protetores do sevoflurano e do propofol, local e à distância, durante cirurgias pulmonares. Método: foi realizada revisão dos artigos publicados sobre os efeitos protetores do propofol e do sevoflurano, tanto em modelos experimentais quanto em ensaios clínicos. Discussão: aproximadamente 50% das complicações pulmonares estão relacionadas ao manejo anestésico-cirúrgico. A VMP durante a cirurgia torácica gera, devido à vasoconstrição hipóxica, lesão I/R, impactando diretamente no resultado cirúrgico e na mortalidade pós-operatória. Alguns estudos mostraram que o propofol reduz a resposta inflamatória e a apoptose celular durante a injúria I/R pulmonar. Outros estudos demonstraram que a administração do sevoflurano, nas cirurgias pulmonares, reduz significativamente a resposta inflamatória no pulmão dependente, devido a um efeito de pré e pós-condicionamento anestésico e, também, imunomodulatório. Conclusão: no campo da anestesia para cirurgia pulmonar, há ainda muito a ser pesquisado. É importante definir, a partir de trabalhos bem desenhados, se há realmente uma modalidade anestésica superior na cirurgia torácica, seja ela por propofol, inalatório ou por uma combinação de ambos
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE CIRURGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://www.rmmg.org/artigo/detalhes/2024

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