Max Weber, o conhecimento sociológico da história: uma interlocução com a filosofia hegeliana
| dc.creator | Daniel Vasconcelos Campos | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-12T05:59:09Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:55:30Z | |
| dc.date.available | 2019-08-12T05:59:09Z | |
| dc.date.issued | 2006-06-19 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/JAGF-6W8NMU | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Sociologia | |
| dc.subject | Weber, Max, 1864-1920 | |
| dc.subject | Hegel, Georg Wilhelm Friedrich, 1770-1831 | |
| dc.subject.other | Max Weber | |
| dc.subject.other | sociologia | |
| dc.subject.other | filosofia hegeliana | |
| dc.title | Max Weber, o conhecimento sociológico da história: uma interlocução com a filosofia hegeliana | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Jessé Freire de Souza | |
| local.contributor.referee1 | Alexandre Antonio Cardoso | |
| local.description.resumo | Nesta dissertação, se não uma unidade, busca-se discernir ao menos uma continuidade entre as diferentes épocas do pensamento de Weber. Procuram-se as bases de sua sociologia num debate da história e, também, a singularidade de sua proposta epistemológica, mediante algumas matrizes teóricas que a antecedem nesse debate. Particularmente, é sugerido um diálogo, em que se investigam afinidades e contradições, entre os fundamentos da sociologia weberiana e a dimensão filosófica da história propugnada por G.W.F. Hegel. Através da confrontação com uma das tradições teóricas que, na Alemanha reconstruída, norteiam a discussão sobre a história, pretende-se localizar o pensamento de Weber no contexto intelectual em que é formulada sua idéia de saber sociológico. Nesse sentido, não ambicionando competir com esforços interpretativos realizados em outras direções (dos quais o mais comum talvez seja uma filiação, ainda que circunstancial, do ponto de vista weberiano a concepções teóricas kantianas ou neokantianas), e repetindo o que fez Jaspers (1977), confere-se uma identidade de historiador universal ao sociólogo que assume o espírito (entenda-se, a cultura) como matéria a ser discutida: nas ciências sociais, trata-se da intervenção de fenômenos espirituais, cuja compreensão por revivência constitui uma tarefa especificamente diferente da que poderiam, ou quereriam, resolver as fórmulas do conhecimento exato da natureza. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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