Análise de quimerismo de células T reguladoras em receptores de transplante de rim ou fígado

dc.creatorTamires Moreira Gomes
dc.date.accessioned2026-03-26T18:28:59Z
dc.date.issued2023-12-01
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/2265
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectBioquímica e imunologia
dc.subjectQuimerismo
dc.subjectTolerância ao Transplante
dc.subjectLinfócitos T Reguladores
dc.subject.otherMicroquimerismo
dc.titleAnálise de quimerismo de células T reguladoras em receptores de transplante de rim ou fígado
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Cristiano Xavier Lima
local.contributor.advisor-co1Latteshttps://lattes.cnpq.br/3949005798006655
local.contributor.advisor1Helton da Costa Santiago
local.contributor.advisor1Latteshttps://lattes.cnpq.br/5170293352882261
local.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/6005390195785194
local.description.embargo2028-01-04
local.description.resumoO uso contínuo de medicamentos imunossupressores é um dos fatores que impedem os pacientes transplantados de atingirem tolerância operacional. A literatura mostra a presença de quimerismo de células doadoras em receptores de órgãos e a importância das células T reguladoras (Tregs) na tolerância operacional. Baseado nisso, avaliamos a presença de quimerismo de Tregs do doador em receptores de transplante renal e hepático e sua associação com a evolução clínica dos pacientes. Com esse intuito, trinta e seis pacientes transplantados de rim ou fígado entre 2021 e 2023 foram submetidos à coleta de esfregaço bucal e sangue periférico. O DNA extraído de amostras de swab bucal foi utilizado para a avaliação de marcadores polimórficos usando a Reação em Cadeia da Polimerase em Tempo Real (qPCR) para identificar marcadores negativos no receptor que poderiam ser informativos em identificar células do doador no sangue periférico. Posteriormente, Tregs foram isoladas de amostras de sangue venoso periférico do receptor e o DNA foi extraído para análise de microquimerismo por meio de qPCR. Os resultados obtidos demonstraram que 61% dos pacientes possuíam quimerismo de células T reguladoras em níveis detectáveis por nossa técnica. Observamos também uma associação entre quimerismo de Tregs e menores índices de rejeição, sugerindo que o microquimerismo de Tregs não só parece ser um forte preditor de ausência de episódios de rejeição, mas também que pode indicar melhor sobrevida do enxerto. Diante destes achados, esse trabalho demonstra um potencial marcador de pacientes tolerantes, além de abrir portas para novos estudos sobre a compreensão dos estímulos imunológicos que mantêm a presença dessas células no sangue periférico de receptores de rim e fígado.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA E IMUNOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Bioquímica e Imunologia
local.subject.cnpqCIENCIAS BIOLOGICAS::IMUNOLOGIA

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