Deesempenho e risco de fundos multimercado no Brasil: uma análise a partir da teoria da agência
| dc.creator | Sabrina Espinele da Silva | |
| dc.creator | Letícia Fernandes Pereira | |
| dc.creator | Marcos Antônio de Camargos | |
| dc.creator | Robert Aldo Iquiapaza Coaguila | |
| dc.date.accessioned | 2023-08-30T18:25:25Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:29:15Z | |
| dc.date.available | 2023-08-30T18:25:25Z | |
| dc.date.issued | 2019-11 | |
| dc.identifier.issn | 2177-3866 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/58349 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | SEMEAD Seminários em Administração | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Fundos de investimentos | |
| dc.subject.other | Desempenho | |
| dc.subject.other | Teoria da Agência | |
| dc.subject.other | Fundos Multimercado | |
| dc.title | Deesempenho e risco de fundos multimercado no Brasil: uma análise a partir da teoria da agência | |
| dc.type | Artigo de evento | |
| local.citation.epage | 17 | |
| local.citation.issue | 22 | |
| local.citation.spage | 1 | |
| local.description.resumo | Introdução: A contratação de fundos de investimentos constitui uma relação de agência, por meio da qual o investidor (principal) delega responsabilidades a um gestor (agente) para executar em seu nome o serviço de manutenção e montagem da carteira. Em um contexto de assimetria informacional, Jensen e Mecking (1976) discutem que, se ambas as partes são maximizadoras de utilidade, existe uma probabilidade de que o agente nem sempre aja de acordo com os interesses do principal. Problema de Pesquisa e Objetivo: Assim, o objetivo deste trabalho foi analisar a possível existência de conflito de agência entre investidor e gestor de fundos multimercados no Brasil, associado ao nível de monitoramento do cotista e a experiência profissional do gestor, analisando os impactos no desempenho e risco entregues aos investidores. Fundamentação Teórica: Estudos internacionais apontam que o nível de monitoramento dos cotistas, assim como, o tempo de experiência do gestor, podem ser possíveis preditores do risco e desempenho dos fundos, uma vez que os interesses de investidores, gestores e administradores podem divergir. Assim, conforme apontam os resultados da literatura, quanto maior a qualificação dos investidores para acompanhar e monitorar as ações dos gestores maior tende a ser o desempenho entregue ao cotista. Metodologia: A amostra consistiu-se nas informações mensais de 6.230 fundos multimercados para o período compreendido entre janeiro de 2009 e janeiro de 2018. Foram estimados dois modelos de regressão múltipla para dados em painel pooled. O primeiro modelo teve o Índice de Sharpe como variável explicada, enquanto o segundo modelo teve como objetivo explicar o VAR (medida de risco). Análise dos Resultados: Os principais resultados mostraram que os fundos destinados a investidores qualificados e fundos em que o administrador e o gestor coincidem, possuem melhor relação risco/retorno medida pelo índice de Sharpe. Adicionalmente, constatou-se que gestores mais experientes tendem a assumir maior risco. Conclusão: Foi possível identificar a existência de conflito de agência nos fundos multimercados brasileiros e inferir que o nível de qualificação dos cotistas possui relação positiva com o desempenho. Além disso, também se identificou uma relação negativa entre o nível de monitoramento dos cotistas e o risco dos fundos, mostrando que fundos onde os investidores possuem maior capacidade de monitoramento são menos arriscados. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS | |
| local.publisher.initials | UFMG |