Estabilidade e espontaneidade em Hannha Arendt : o papel da institucionalidade no corpo político

dc.creatorCarlos Fernando Silva Brito
dc.date.accessioned2025-06-23T17:16:15Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:51:18Z
dc.date.available2025-06-23T17:16:15Z
dc.date.issued2025-04-04
dc.description.sponsorshipOutra Agência
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/83059
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relationPrograma Institucional de Internacionalização – CAPES - PrInt
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFilosofia - Teses
dc.subjectArendt, Hannah, 1906-1975
dc.subjectTotalitarismo - Teses
dc.subject.otherHannah Arendt
dc.subject.otherInstitucionalidade
dc.subject.otherRevolução
dc.subject.otherTotlitarismo
dc.titleEstabilidade e espontaneidade em Hannha Arendt : o papel da institucionalidade no corpo político
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Helton Machado Advese
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3325441375860351
local.contributor.referee1Newton Bignotto de Souza
local.contributor.referee1Carlo Gabriel Kszan Pancera
local.contributor.referee1Rosângela Almeida Chaves
local.contributor.referee1Fábio Abreu dos Passos
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2771527341049468
local.description.resumoEsta pesquisa busca contribuir para a elucidação das reflexões de Hannah Arendt sobre a dimensão institucional da política. Diante de uma interpretação da obra da autora que privilegia o aspecto performático e agonal da política e, por vezes, nega haver em Arendt um interesse pela institucionalidade, questionamos se é possível a estabilidade e a espontaneidade coexistirem num mesmo corpo político e em caso afirmativo, quais elementos que Arendt nos fornece para pensarmos esse tipo de institucionalidade. Para responder a esse problema, este trabalho encontra-se dividido em duas partes, cada uma composta de dois capítulos. A primeira parte, de cunho preliminar e historiográfico tem como objetivo explicitar a importância do tema do institucional para Arendt por meio das críticas que a autora dirige à Grande Tradição do pensamento político-filosófico e da sua interpretação apropriativa dos “escritores políticos”. Dessa primeira etapa conclui-se que as críticas de Arendt alcançam também o modo de se compreender a organização dos corpos políticos. O segundo movimento da tese, de caráter principal e mais doutrinal, consiste em extrair os termos da gramática e sintaxe arendtiana da institucionalidade. Nesses dois últimos capítulos parte-se da interpretação que a autora fornece para os acontecimentos do Totalitarismo e das Revoluções a fim de extrair os princípios que se reificariam numa “institucionalidade desertificante” e em uma “institucionalidade mundanizante”, respectivamente. Ao final do percurso, afirma-se a existência, no pensamento de Arendt, da ideia de uma institucionalidade permeável, que consiste no fato paradoxal de que a dimensão institucional da política só pode ser estável se deixar-se nutrir pela espontaneidade da ação política, que cotidianamente faz surgir o novo sem necessariamente abolir os princípios políticos provenientes da fundação do corpo político.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-5496-7183
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofia

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