A inclusão de crianças com necessidades especiais em escolas regulares

dc.creatorOneile Maria de Andrade Oliveira
dc.date.accessioned2023-02-24T12:10:05Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:58:02Z
dc.date.available2023-02-24T12:10:05Z
dc.date.issued2011-07-29
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/50341
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subject.otherInclusão
dc.subject.otherNecessidades especiais
dc.subject.otherAcessibilidade
dc.subject.otherCapacitação
dc.subject.otherProfessor
dc.titleA inclusão de crianças com necessidades especiais em escolas regulares
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Patrícia Chaves de Carvalho.
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0749932781424190
local.contributor.referee1Hormindo Pereira de Souza Junior
local.description.resumoO objetivo deste estudo foi analisar a inclusão de crianças com necessidades especiais em escolas regulares, baseando-se no Projeto Político Pedagógico da Escola Municipal Dom José Gaspar, focando a falta de acessibilidade nos prédios públicos escolares e a falta de capacitação dos profissionais da educação para o trabalho com os mesmos. De acordo com o artigo 208, inciso III da Constituição Federal de 1988: “O dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino”. Mas para tal, falta-nos reestruturação física visando a acessibilidade e, principalmente, uma preparação do corpo docente para que nossos profissionais possam realizar este trabalho de forma comprometida e eficiente. Conclui-se portanto, de acordo com a realidade que vivenciamos, que a reestruturação física dos espaços escolares, apesar de quase inexistente, tem-se tornado uma preocupação nacional e, com isso, vem acontecendo de forma muito lenta mas gradativa. Porém, a capacitação dos profissionais da educação ainda não teve início nas escolas públicas. O trabalho é realizado apenas com a “boa vontade” do professor. Tendo em vista esta falta de mão de obra qualificada, nossas escolas tornam-se impossibilitadas de executar um trabalho sério e eficaz com crianças especiais. Aos nossos olhos, um professor que teve um treinamento, uma aprendizagem para se adequar à educação inclusiva é hoje jóia rara em nosso meio e deve ser valorizado.Logo, todos os educadores devem ser preparados e treinados para desempenhar sua função na educação especial, para que só então esta tenha seu direito garantido e a educação, seu papel cumprido.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Gestão Escolar

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