A beleza da forma e da cor é a santidade das árvores: a figura, a cena fulgor e a paisagem em Maria Gabriela Llansol
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
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Tipo
Dissertação de mestrado
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Maria Ines de Almeida
Cinara de Araújo
Cinara de Araújo
Resumo
Este trabalho nasceu da seguinte frase do livro Amigo e Amiga: curso de silêncio de 2004, de Maria Gabriela Llansol: 'a beleza da forma e da cor é a santidade das árvores'. A partir dos significantes 'forma', 'cor' e 'árvores', abordamos três noções fundamentais para o texto llansoliano: a figura, a cena fulgor e a paisagem. A base teórica para este trabalho é advinda da crítica literária, em especial a realizada por Roland Barthes, Maurice Blanchot e Gilles Deleuze. A noção de corpo trabalhada aqui é a de Barthes, a noção de espaço literário é a de Blanchot e de Deleuze detemo-nos, em especial, em sua leitura da obra de Spinoza. Da Psicanálise, tomamos as noções de letra e real trabalhadas por Jacques Lacan. Da Filosofia, tomamos a noção de afectos, de Spinoza
Abstract
Assunto
Psicanálise e literatura, Paisagem, Corpo, Llansol, Maria Gabriela, 1931- Amigo e amiga: curso de silêncio de 2004 Crítica e interpretação
Palavras-chave
figura, cena fulgor e paisagem