A beleza da forma e da cor é a santidade das árvores: a figura, a cena fulgor e a paisagem em Maria Gabriela Llansol

dc.creatorJoao Alves Rocha Neto
dc.date.accessioned2019-08-10T04:12:04Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:03:50Z
dc.date.available2019-08-10T04:12:04Z
dc.date.issued2009-04-02
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-7QRGFB
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPsicanálise e literatura
dc.subjectPaisagem
dc.subjectCorpo
dc.subjectLlansol, Maria Gabriela, 1931- Amigo e amiga: curso de silêncio de 2004 Crítica e interpretação
dc.subject.otherfigura
dc.subject.othercena fulgor e paisagem
dc.titleA beleza da forma e da cor é a santidade das árvores: a figura, a cena fulgor e a paisagem em Maria Gabriela Llansol
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Lucia Castello Branco
local.contributor.referee1Maria Ines de Almeida
local.contributor.referee1Cinara de Araújo
local.description.resumoEste trabalho nasceu da seguinte frase do livro Amigo e Amiga: curso de silêncio de 2004, de Maria Gabriela Llansol: 'a beleza da forma e da cor é a santidade das árvores'. A partir dos significantes 'forma', 'cor' e 'árvores', abordamos três noções fundamentais para o texto llansoliano: a figura, a cena fulgor e a paisagem. A base teórica para este trabalho é advinda da crítica literária, em especial a realizada por Roland Barthes, Maurice Blanchot e Gilles Deleuze. A noção de corpo trabalhada aqui é a de Barthes, a noção de espaço literário é a de Blanchot e de Deleuze detemo-nos, em especial, em sua leitura da obra de Spinoza. Da Psicanálise, tomamos as noções de letra e real trabalhadas por Jacques Lacan. Da Filosofia, tomamos a noção de afectos, de Spinoza
local.publisher.initialsUFMG

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