Análise da transição epitelial-mesenquimal sob o comportamento metastático e caráter prognóstico em melanomas caninos

dc.creatorThacyana Beatriz Guimarães Lopes
dc.date.accessioned2025-02-19T14:52:03Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:00:55Z
dc.date.available2025-02-19T14:52:03Z
dc.date.issued2024-07-26
dc.description.abstractMelanocytic tumors represent about 7% of malignant neoplasms in dogs and have a poor prognosis due to the high incidence of metastasis, mainly affecting the oral cavity, skin, and mucocutaneous regions. Various studies demonstrate that the progression of melanomas may be related to changes in cell adhesion, especially in the process of epithelial-mesenchymal transition (EMT); however, its direct relationship with metastatic formation and animal survival remains uncertain. Thus, the present study evaluated the expression of the proteins E-cadherin and N-cadherin, involved in EMT, in canine melanomas and their metastatic lymph nodes, and the relationship of this expression with the survival time of the animals. Thirty-two cases of canine melanomas and their respective lymph nodes were selected. A histopathological evaluation was performed for tumor characterization, and the immunohistochemistry was applied for Melan-A, PNL-2, E-cadherin, and N-cadherin, both in primary tumors and in lymphatic metastases. Among the cases analyzed, 47% were non-metastatic, and 53% were metastatic, with high E-cadherin expression in both groups. In contrast, N-cadherin showed significant variation between groups, with higher expression in metastatic tumors. Tumors with high E-cadherin and N-cadherin expression were associated with histological features of tumor aggressiveness and poorer animal prognosis. The data obtained support the hypothesis of a potential role for EMT in canine melanoma progression.
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/80223
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPatologia
dc.subjectMelanoma
dc.subjectCães
dc.subjectTransição Epitelial-Mesenquimal
dc.subjectCaderinas
dc.subject.otherMelanoma
dc.subject.otherCão
dc.subject.othertransição epitelial-mesenquimal
dc.subject.otherE-Caderina
dc.subject.otherN-Caderina
dc.titleAnálise da transição epitelial-mesenquimal sob o comportamento metastático e caráter prognóstico em melanomas caninos
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Enio Ferreira
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1819612551612136
local.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/2533145695306345
local.description.resumoOs tumores melanocíticos representam cerca de 7% das neoplasias malignas em cães e têm um prognóstico ruim devido à alta incidência de metástase, afetando principalmente a cavidade oral, pele e regiões mucocutâneas. Diferentes estudos demonstram que a progressão dos melanomas pode estar relacionada a alterações na adesão celular, especialmente no processo de transição epitelial-mesenquimal (TEM), contudo sua relação direta com a formação metastática e sobrevida dos animais ainda é incerta. Assim, o presente estudo avaliou a expressão das proteínas E-caderina e N-caderina, envolvidas na TEM, em melanomas caninos e seus linfonodos metastáticos e a relação dessa expressão com o tempo de sobrevida dos animais. Foram selecionados 32 casos de malenomas caninos e seus respectivos linfonodos. Foi feita uma avaliação histopatológica para caracterização do tumor e realizada a técnica de imuno-histoquímica para Melan-A, PNL-2, E-caderina e N caderina, tanto nos tumores primários quanto nas metástases linfáticas. Dos casos analisados, 47% eram não metastáticos e 53% metastáticos, com alta expressão de E-caderina em ambos, enquanto a N-caderina apresentou variação significativa entre os grupos, apresentando uma maior expressão nos tumores metastáticos.. Tumores com alta expressão de E-caderina e N-caderina apresentaram associação a características histológicas de agressividade tumoral e com um pior prognóstico dos animais. Os dados obtidos sustentam a hipótese da possibilidade do papel da TEM na progressão dos melanomas caninos.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Patologia

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