Research bias and scientific shortfalls in seed ecology literature compromise conservation of a megadiverse flora

dc.creatorGuilherme Vieira Teles Ribeiro
dc.date.accessioned2024-03-11T16:56:14Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:27:44Z
dc.date.available2024-03-11T16:56:14Z
dc.date.issued2015-02-12
dc.description.abstractVieses nas pesquisas em ecologia são assuntos persistentes, embora suas consequências na conservação da biodiversidade sejam negligenciadas. A presença de vieses na literatura contribui para lacunas de conhecimentos, pois alguns taxa, áreas geográficas e atributos de espécies carecem informações. A ausência do conhecimento desses atributos dificulta previsões da resposta das espécies frente às perturbações antropogênicas, resultando em estratégias de conservação inadequadas. Avaliamos vieses na pesquisa em ecologia de sementes no Brasil, um país megadiverso com biodiversidade ameaçada. Nosso foco em ecologia de sementes deve-se a sua importância para a conservação ex situ e in situ. Hipotetizamos que (1) a distribuição desigual das instituições de pesquisa brasileiras promovem vieses geográficos; (2) a importância econômica e ecológica das espécies resultam em vieses filogenéticos; e (3) essas espécies, geralmente, possuem frutos carnosos e dispersão biótica, produzindo vieses ecológicos. Usamos as plataformas Scielo e Web of Science para construir nossa base de dados. Analizamos vieses geográficos, filogenéticos, ecológicos e geramos um mapa Kernel de densidade. Encontramos que a pesquisa em ecologia de sementes foi enviesada geograficamente. As maiores densidades de estudos foram registradas na Mata Atlântica e Cerrado. Taxa com importância econômica e ecológica foram sobre estudados, resultando em vieses filogenéticos. Igualmente, detectamos que espécies ameaçadas são subestudadas. Encontramos também vieses ecológicos, pois árvores com frutos carnosos e dispersão biótica foram sobre-estudadas. Vieses e lacunas de conhecimento na pesquisa em ecologia de semente resultam em implicações negativas na conservação, pois limitam prever as respostas da flora brasileira aos distúrbios e manejo adequado da biodiversidade.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/65657
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectEcologia
dc.subjectMagnoliopsida
dc.subjectViés
dc.subjectEspécies em Perigo de Extinção
dc.subject.otherAngiosperms
dc.subject.otherBrazil
dc.subject.otherEcological bias
dc.subject.otherGeographic bias
dc.subject.otherHutchinsonian shortfall
dc.subject.otherKnowledge gaps
dc.subject.otherPhylogenetic bias
dc.subject.otherThreatened species
dc.titleResearch bias and scientific shortfalls in seed ecology literature compromise conservation of a megadiverse flora
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Alberto López Teixido
local.contributor.advisor1Fernando Augusto Oliveira e Silveira
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7065415640299923
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6685826406039591
local.description.resumoResearch biases are persistent issues in ecology, though their consequences for biodiversity conservation are often neglected. Bias presence across the literature accounts for knowledge gaps, since some taxa, geographic areas and species attributes remain overlooked. Deficient data on these attributes hamper accurate predictions of species responses to anthropogenic disturbances, resulting in inadequate conservation strategies. We evaluated research biases in the seed ecology literature in Brazil, a megadiverse country with endangered flora. Our focus on seed ecology lies in the paramount importance of seeds for ex situ and in situ conservation. We hypothesized that (1) the uneven distribution of Brazilian research institutions involves a geographic bias; (2) economic and ecological importance of some species entails a phylogenetic bias; and (3) these species generally have fleshy fruits and biotic dispersal, thus creating an ecological bias. Our data sources were both the Scielo database and the Web of Science. We analyzed geographic, phylogenetic and ecological biases, and generated a Kernel density map. Across 847 papers, we found that seed ecology research was geographically biased. The highest study densities were recorded in the Atlantic Rainforest and the Cerrado. Taxa with economic and ecological importance were overstudied, resulting in a phylogenetic bias. Likewise, we detected that threatened species were understudied. We also detected an ecological bias as tree, fleshy-fruited and biotic-dispersed species were overstudied. Overall, research biases and knowledge gaps in seed ecology result in negative implications for conservation, as it may limit the predictions about Brazilian flora responses to disturbances and adequate biodiversity management.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLOGICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ecologia, Conservacao e Manejo da Vida Silvestre

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