Olhar a diferença-resistência do feminino, em busca da borda do nada
| dc.creator | Aline Magalhães Pinto | |
| dc.date.accessioned | 2022-12-12T20:36:20Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:31:44Z | |
| dc.date.available | 2022-12-12T20:36:20Z | |
| dc.date.issued | 2019-12-28 | |
| dc.format.mimetype | ||
| dc.identifier.issn | 1982-9701 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/47885 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | Cerrados | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Subjetividade | |
| dc.subject | Metáfora | |
| dc.subject.other | Subjetividade | |
| dc.subject.other | Metáfora | |
| dc.subject.other | Autoria feminina | |
| dc.subject.other | Discurso autorreferencial | |
| dc.subject.other | Autorreflexividade | |
| dc.title | Olhar a diferença-resistência do feminino, em busca da borda do nada | |
| dc.title.alternative | Looking at the difference-resistance of the feminine, in search of the edge of nothingness | |
| dc.type | Artigo de periódico | |
| local.citation.epage | 203 | |
| local.citation.issue | 50 | |
| local.citation.spage | 185 | |
| local.citation.volume | 28 | |
| local.description.resumo | Na história dos gêneros marcados pelo traço autobiográfico, os modos de viver ligados à identidade masculina tendem a se tornar a norma: homens encarnam a humanidade, as mulheres permanecem presas em sua diferença feminina. O sujeito do gênero feminino que escreve se vê marcado pelo desejo de quebrar a expectativa socialmente aprovada e por uma luta pessoal contra o normatizado. Como afirma S. Felman, a constituição do sujeito feminino perpassa a hesitação de assumir uma diferença que aparece com a forma social de uma resistência (FELMAN,1993, p. 3-19). Na pesquisa com os diários de Catherine Pozzi e Aline De Lens, procuramos, justamente, compreender o que essa a diferença-resistência podia significar, uma vez que se trata de uma situação circunstanciada (ainda que, infelizmente, atualizada de diferentes formas) e que essa condição de desvio não possui valor ontológico. Afinal: do ponto de vista teórico, que essa diferença-resistência tem a dizer? | |
| local.identifier.orcid | https://orcid.org/0000-0003-0164-0061 | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FALE - FACULDADE DE LETRAS | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.url.externa | https://periodicos.unb.br/index.php/cerrados/article/view/26163 |