Gestão democrática: um caminho para a construção da autonomia na escola

dc.creatorRosaura Aparecida Baldo Vieira
dc.date.accessioned2019-08-12T19:44:27Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:53:20Z
dc.date.available2019-08-12T19:44:27Z
dc.date.issued2013-07-19
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9LKQXZ
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação
dc.subjectGestão democrática
dc.subjectEscolas  Organização e administração
dc.subject.otherDemocratização da escola
dc.subject.otherPolíticas públicas
dc.subject.otherAutonomia
dc.titleGestão democrática: um caminho para a construção da autonomia na escola
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Priscila Rezende Moreira
local.description.resumoA relevância desta temática é dada tanto para o trabalho desenvolvido pela escola como a prática docente que se realiza em sala de aula. Nesse sentido, é preciso provocar mudanças na cultura e na organização escolar e possibilitar a participação dos seus vários segmentos nas tomadas de decisões. Na criação e consolidação da cultura democrática da escola, surgem conflitos que, apesar de serem saudáveis ao crescimento do grupo, não podem impedir que a vontade do coletivo seja respeitada, de forma que a função social da escola seja alcançada com qualidade para todos, contribuindo para formação e exercício pleno da cidadania. Do ponto de vista legal, a partir da década de 1980, a gestão democrática passa a ser um dever da escola e dos grupos que a gerenciam, na medida em que esse princípio é definido pela Constituição Brasileira de 1988, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n. 9394/96) e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n. 8069/1990). Destaca-se que, mesmo possuindo essas referências legais, ela precisa ser vivenciada nas escolas na perspectiva de assegurar a todos o direito à educação. A efetivação do direito de todos à Educação Básica exigida por esses instrumentos legais pressupõe escolas capazes de lidar com a diversidade social e cultural. É preciso que a escola avance para outro nível de sua autonomia, aquela construída pela ação cotidiana de seus sujeitos.
local.publisher.initialsUFMG

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