Determinantes de fraquezas materiais nos controles internos de companhias emissoras de ADRs listadas na NYSE
| dc.creator | Juliana Vieira Pereira | |
| dc.creator | Laura Edith Taboada Pinheiro | |
| dc.date.accessioned | 2023-11-16T12:42:02Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:38:27Z | |
| dc.date.available | 2023-11-16T12:42:02Z | |
| dc.date.issued | 2017-06 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/60990 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | Congresso Anpcont | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Auditoria interna | |
| dc.subject | Contabilidade | |
| dc.subject.other | Fraquezas Materiais | |
| dc.subject.other | Determinantes | |
| dc.subject.other | Controle Interno | |
| dc.title | Determinantes de fraquezas materiais nos controles internos de companhias emissoras de ADRs listadas na NYSE | |
| dc.type | Artigo de evento | |
| local.citation.issue | 11 | |
| local.description.resumo | Este estudo teve como objetivo identificar as causas da ocorrência de fraquezas materiais nos controles internos das empresas estrangeiras (não norte-americanas) emissoras de American Depositary Receipts (ADRs), listadas na New York Stock Exchange (NYSE). Os resultados da pesquisa podem propiciar melhor entendimento dos problemas nos controles internos destas empresas e das dificuldades enfrentadas por elas para melhorarem seus controles, bem como fornecer subsídios à alta administração e aos auditores para identificarem áreas de risco nestas empresas, permitindo que estes possam trabalhar de forma preventiva. Realizou-se uma pesquisa descritiva, por meio de análise documental e abordagem quantitativa dos dados. A amostra reuniu 305 empresas emissoras de ADRs com ações negociadas na NYSE que divulgaram o Formulário 20-F referente ao período de 2006 a 2015, dentre as quais 79 possuíam fraquezas materiais nos controles internos. No período analisado, foram reportadas 364 fraquezas materiais. Foi empregado o modelo logit de efeito agrupado, o qual foi estimado utilizando a metodologia GEE em dados em painel. O modelo apresentou 73,4% de acerto global na classificação de empresas com fraquezas materiais nos controles internos. Os resultados sugerem que o tamanho da empresa e o tamanho da firma de auditoria influenciam de forma negativa a ocorrência de fraquezas materiais. Por outro lado, empresas com maior complexidade dos relatórios financeiros, com saúde financeira não comprometida, mais antigas e situadas em países cuja cultura apresenta elevado grau de distância hierárquica são mais propensas a apresentar fraquezas materiais. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.url.externa | https://anpcont.org.br/pdf/2017/CCG1060.pdf |