Não se nasce mãe, torna-se mãe : uma análise temporal dos sentidos atribuídos aos corpos que gestam
| dc.creator | Livia Gomes Laudares | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-03T13:28:02Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:26:38Z | |
| dc.date.available | 2025-02-03T13:28:02Z | |
| dc.date.issued | 2020-12-14 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/79596 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Comunicação - Teses | |
| dc.subject | Feminismo - Teses | |
| dc.subject | Mães - Teses | |
| dc.subject | O Globo (Jornal) - Teses | |
| dc.subject.other | Corpo | |
| dc.subject.other | Arranjos disposicionais | |
| dc.subject.other | O Globo | |
| dc.subject.other | Geminismo matricêntrico | |
| dc.title | Não se nasce mãe, torna-se mãe : uma análise temporal dos sentidos atribuídos aos corpos que gestam | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Regiane Lucas de Oliveira Garcêz | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/8705451360867514 | |
| local.contributor.referee1 | Angela Cristina Salgueiro Marques | |
| local.contributor.referee1 | Danila Gentil Rodriguez Cal Lage | |
| local.contributor.referee1 | Luciana de Oliveira | |
| local.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/5046072820151085 | |
| local.description.resumo | Compreendendo os media como espaço de encontro de diversas formas de conhecer o mundo, como uma esfera de aparecimento público, e com consequente potencial de reconfiguração de normas ou de conformação destas, esta dissertação investiga como se configura a relação corpo-maternidade nos media ao longo de 40 anos, e como isso se relaciona com mulheres mães, ativistas e não ativistas do parto humanizado. O arcabouço teórico se ancora na perspectiva do feminismo matricêntrico (O’Reilly, 2016), nas leituras feministas do pensamento de Foucault sobre corpo e regimes disciplinares (McLaren, 2002) e na noção de performatividade de Judith Butler, culminando na noção de performatividade da maternidade, utilizada como guia análitico principal. A análise foi realizada a partir da constituição de um arranjo disposicional (Braga, 2018) composto pela análise de conteúdo de uma amostra do jornal O Globo das décadas de 1980, 1990, 2000 e 2010 e por narrativas de mães. Restringimos o corpus a reportagens que tratassem de gestante, compreendendo a gestação como período de início das performances maternas esperadas. Os resultados apontam para uma ênfase dos arranjos em determinar funções maternas, predomínio do discurso da especialização médica e performatividades de maternidades que desafiam os regimes disciplinares. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FAF - DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social |