O animal biopolítico em Clarice Lispector e em Heliônia Ceres

dc.creatorLuciano Mendes Duarte Júnior
dc.date.accessioned2022-05-11T18:21:25Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:28:31Z
dc.date.available2022-05-11T18:21:25Z
dc.date.issued2021-08-19
dc.description.abstractThe discussion about the limits between the animal and the human has been the subject of several reflections among the Western thought, stepping, consequently, into the literary field. From the 1960 onwards, however, the animal begins to emerge more and more as a political sign in literary works, making room for interpretations concerning what it means to be legitimate as human and have the right to live, approaching the field of biopolitics. Having in mind this presence of the animality in literary works and its biopolitical repercussions, this work proposes a comparative study on the effects of the animal in short stories present in the books Laços de família (1960) and Olho de besouro (1998), by Clarice Lispector and by Heliônia Ceres, respectively, considering the special position the animal occupies in their texts. Other works by them and by different authors who also wrote (about) the animal are going to be used in order to enrich the proposed study. The texts are going to be analyzed, discussed and compared based on critics who write about Clarice Lispector and Heliônia Ceres and focusing on the mentioned discussions concerning the animality and the biopolitics. By means of this comparative study, it is possible to identify how the animal emerges, in both authors, as a destablishing element of the antropocentric reason and as a representative of the conflict between nature and culture, even when it is approached in different ways by the authors.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/41556
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLispector, Clarice, 1920-1977 – Laços de família – Crítica e interpretação
dc.subjectHeliônia, 1927-1999 – Olho de besouro – Crítica e interpretação
dc.subjectAnimais na literatura
dc.subjectPolítica e literatura
dc.subjectBiopolítica
dc.subjectContos brasileiros – História e crítica
dc.subject.otherAnimalidade
dc.subject.otherBiopolítica
dc.subject.otherClarice Lispector
dc.subject.otherHeliônia Ceres
dc.titleO animal biopolítico em Clarice Lispector e em Heliônia Ceres
dc.title.alternativeThe biopolitical animal in Clarice Lispector and in Heliônia Ceres
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Gustavo Silveira Ribeiro
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2390817113525498
local.contributor.referee1Cláudia Campos Soares
local.contributor.referee1Roberto Sarmento Lima
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4829479656542069
local.description.resumoA discussão sobre os limites entre animal e humano tem sido tema de reflexões diversas entre o pensamento ocidental, adentrando, consequentemente, o campo literário. A partir dos anos de 1960, contudo, o animal começa a surgir cada vez mais como um signo político em obras literárias, abrindo espaço para interpretações acerca do que significa ser legitimado como humano e ter direito à vida, aproximando-se do campo da biopolítica. Tendo em vista essa presença da animalidade em obras literárias e seus desdobramentos biopolíticos, este trabalho propõe um estudo comparativo dos efeitos do animal em contos dos livros Laços de família (1960) e Olho de besouro (1998), de Clarice Lispector e de Heliônia Ceres, respectivamente, levando em conta a posição especial que o animal ocupa em seus textos. Outras obras suas e de diferentes escritores que também escreveram (sobre) o animal serão utilizadas a fim de enriquecer o estudo proposto. Os textos serão analisados, discutidos e comparados com base em críticos que dissertam sobre Clarice Lispector e Heliônia Ceres e tendo como foco as discussões já mencionadas referentes à animalidade e à biopolítica. Por meio deste estudo comparativo, é possível identificar como o animal surge, nas duas autoras, como elemento desestabilizador da razão antropocêntrica e como representativo do conflito entre natureza e cultura, mesmo quando abordado de maneiras diferentes pelas autoras.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Estudos Literários

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