Hannah Arendt, leitora de Montesquieu: ensaio sobre o totalitarismo e as revoluções

Carregando...
Imagem de Miniatura

Título da Revista

ISSN da Revista

Título de Volume

Editor

Universidade Federal de Minas Gerais

Descrição

Tipo

Dissertação de mestrado

Título alternativo

Primeiro orientador

Membros da banca

Resumo

Hannah Arendt posiciona Montesquieu como um autor sui generis dentro da tradição do pensamento político. Enquanto a chamada Grande Tradição teria partido de modelos políticos pré-concebidos, ou retirados da esfera privada, para pensar a política, Montesquieu seria um exemplo de autor que realmente bebeu das experiências humanas para embasar sua teoria política. Na obra de Hannah Arendt, Montesquieu aparece em dois momentos fundamentais: para a caracterização do totalitarismo como forma de governo; e para analisar a Revolução Americana a partir de uma concepção plural e descentralizada do poder. O trabalho dedica-se a analisar esses dois momentos da leitura arendtiana de Montesquieu.

Abstract

Hannah Arendt places Montesquieu as an author sui generis within the tradition of political thought. While the so called Great Tradition assumes preconceived political models to think about politics, Montesquieu would be an example of a thinker that really used the human experience to form his political theory. In the work of Hannah Arendt, Montesquieu appears in two fundamental moments: to feature totalitarianism as a form of government; and to analyze the American Revolution from a plural and decentralized concept of power. This work aims to analyze these two moments of the arendtian reading of Montesquieu.

Assunto

Arendt, Hannah, 1906-1975, Montesquieu, Charles de Secondat, Baron de, 1689-1755 Crítica e, interpretação, Totalitarismo, Direito Filosofia, Revoluções

Palavras-chave

Hannah Arendt, Revolução, Totalitarismo, Montesquieu

Citação

Departamento

Curso

Endereço externo

Avaliação

Revisão

Suplementado Por

Referenciado Por