Hannah Arendt, leitora de Montesquieu: ensaio sobre o totalitarismo e as revoluções

dc.creatorVinícius Batelli de Souza Balestra
dc.date.accessioned2019-08-09T22:17:10Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:39:41Z
dc.date.available2019-08-09T22:17:10Z
dc.date.issued2016-07-28
dc.description.abstractHannah Arendt places Montesquieu as an author sui generis within the tradition of political thought. While the so called Great Tradition assumes preconceived political models to think about politics, Montesquieu would be an example of a thinker that really used the human experience to form his political theory. In the work of Hannah Arendt, Montesquieu appears in two fundamental moments: to feature totalitarianism as a form of government; and to analyze the American Revolution from a plural and decentralized concept of power. This work aims to analyze these two moments of the arendtian reading of Montesquieu.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-ASXJ4Y
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectArendt, Hannah, 1906-1975
dc.subjectMontesquieu, Charles de Secondat, Baron de, 1689-1755 Crítica e
dc.subjectinterpretação
dc.subjectTotalitarismo
dc.subjectDireito Filosofia
dc.subjectRevoluções
dc.subject.otherHannah Arendt
dc.subject.otherRevolução
dc.subject.otherTotalitarismo
dc.subject.otherMontesquieu
dc.titleHannah Arendt, leitora de Montesquieu: ensaio sobre o totalitarismo e as revoluções
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Jose Luiz Borges Horta
local.description.resumoHannah Arendt posiciona Montesquieu como um autor sui generis dentro da tradição do pensamento político. Enquanto a chamada Grande Tradição teria partido de modelos políticos pré-concebidos, ou retirados da esfera privada, para pensar a política, Montesquieu seria um exemplo de autor que realmente bebeu das experiências humanas para embasar sua teoria política. Na obra de Hannah Arendt, Montesquieu aparece em dois momentos fundamentais: para a caracterização do totalitarismo como forma de governo; e para analisar a Revolução Americana a partir de uma concepção plural e descentralizada do poder. O trabalho dedica-se a analisar esses dois momentos da leitura arendtiana de Montesquieu.
local.publisher.initialsUFMG

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