A atenção hospitalar às gestantes usuárias de drogas : políticas intervencionistas

dc.creatorFernanda Moreira
dc.date.accessioned2020-06-05T12:30:35Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:15:44Z
dc.date.available2020-06-05T12:30:35Z
dc.date.issued2019-11-27
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/33591
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherGestantes usuárias de drogas
dc.subject.otherNormativas judiciais
dc.subject.otherMovimentos de defesa de direitos
dc.titleA atenção hospitalar às gestantes usuárias de drogas : políticas intervencionistas
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Izabel Christina Friche Passos
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0016469069652833
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4949552485129540
local.description.resumoDesde 2014, em Belo Horizonte, instaurou-se um cenário polêmico em relação ao atendimento às gestantes usuárias de drogas em maternidades públicas após a exigência de aplicação de normativas judiciais que impõem, em muitos casos, a separação das mães de seus recém-nascidos. Tal determinação tem gerado conflitos no trabalho dos profissionais das maternidades que são encarregados de realizar a notificação desses casos à justiça. Nesse sentido, o objetivo deste trabalho é compreender como as diferentes normativas da justiça e das instâncias reguladoras das políticas sociais públicas vêm impactando o atendimento às gestantes e ao trabalho realizado por psicólogos e assistentes sociais em uma maternidade pública de Belo Horizonte (BH). Para isso, realizou-se um estudo de caso em uma maternidade pública, e a produção de dados foi feita por meio de entrevistas semiestruturadas, tendo como participantes duas psicólogas e duas assistentes sociais. Os dados foram estudados por meio de análise temática e foram construídas, de forma indutiva, três categorias temáticas. São elas: Maternidade no contexto do uso de drogas; Notificar ou não: o impacto das normativas na tomada de decisão; A rede: entre os nós dos problemas e a tessitura de possibilidades. As profissionais, inicialmente, não identificam mudanças no processo de trabalho após as normativas, mas, durante as entrevistas, algumas alterações são mencionadas como uma maior articulação com a rede assistencial e o trabalho em equipe na maternidade. Nota-se que as profissionais se sentem responsáveis pelo desfecho dos casos, colocando o peso da decisão apenas na própria conduta, sem considerar os demais envolvidos no processo: a maternidade como instituição, os outros pontos da rede, o Conselho Tutelar e o Juizado. Acredita-se que este estudo possibilitou a reflexão sobre o trabalho dessas profissionais e sobre os dilemas que o travessam.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologia

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