Avaliação do impacto do uso de mensagens de texto por telefone na prevenção secundária da Síndrome Coronariana Aguda: um subestudo do Projeto Boas Práticas Clínicas em Cardiologia
| dc.creator | Luiz Guilherme Passaglia | |
| dc.date.accessioned | 2020-11-27T14:44:16Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:01:54Z | |
| dc.date.available | 2020-11-27T14:44:16Z | |
| dc.date.issued | 2020-02-18 | |
| dc.description.abstract | Introduction: Short message service (SMS) programs to promote healthcare have shown beneficial results for the control of cardiovascular risk factors, but evidence is lacking in low and middle-income countries. The purpose of this study is to evaluate whether the use of SMS increases risk factor control within six months after discharge by acute coronary syndrome (ACS) in a Brazilian Public University Hospital, which participates in a program of quality assistance, the Good Practice Program in Cardiology. Methods: We conducted a 2-arm, parallel, double-blind, randomized trial that enrolled 180 patients (>18 years) admitted due to ACS at a Public General Hospital in Brazil. Eligible patients were randomized (1:1) to a SMS intervention (G1) or standard discharge cardiovascular care (G2). The primary outcome was achieving 4 or 5 points in a risk factor control score, consisting of a cluster of 5 modifiable risk factors: LDL-C <70mg/dL, blood pressure (BP) <140/90mmHg, regular exercise (≥5 days/week, 30 minutes/session), nonsmoker status, and body mass index (BMI) <25 kg/m2] at 6 months. Results: From randomized patients, 147 were included in the final analysis. Mean age was 58 (51–64) years, 74% males. Diagnosis at admission was ST elevation myocardial infarction in 122 (68%), and 25% with Killip class ≥2. The primary outcome was achieved by 12 (16.2%) patients in G1 and 15 (20.8%) in G2 (OR=0.73, 95%CI 0.32–1.70, p=0.47). Secondary outcomes were also similar: LDL-C<70 mg/dl (p=0.33), BP<140/90 mmHg (p=0.32), non-smoker (p=0.74), regular exercise (p=0.97), BMI (p=0.71), rehospitalization (p=0.06). All-cause death occurred in 3 participants (2%), including 1 cardiovascular death in each group. Conclusion: In patients discharged after ACS, the SMS intervention did not significantly improve cardiovascular risk factor control at 6 months compared to standard care in a hospital where post-ACS outpatient care is already structured. However, the number of patients studied was small and the results cannot be considered definitive. | |
| dc.description.sponsorship | CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/34435 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Síndrome Coronariana Aguda | |
| dc.subject | Envio de Mensagens de Texto | |
| dc.subject | Fatores de Risco | |
| dc.subject | Promoção da Saúde | |
| dc.subject.other | Síndrome Coronariana Aguda | |
| dc.subject.other | Envio de Mensagens de Texto | |
| dc.subject.other | Fatores de Risco | |
| dc.subject.other | Promoção de Saúde | |
| dc.title | Avaliação do impacto do uso de mensagens de texto por telefone na prevenção secundária da Síndrome Coronariana Aguda: um subestudo do Projeto Boas Práticas Clínicas em Cardiologia | |
| dc.type | Tese de doutorado | |
| local.contributor.advisor-co1 | Luísa Campos Caldeira Brant | |
| local.contributor.advisor1 | Antonio Luiz Pinho Ribeiro | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/8754335906813622 | |
| local.contributor.referee1 | Mariana Vargas Furtado | |
| local.contributor.referee1 | Lucas Lodi Junqueira | |
| local.contributor.referee1 | Graziela Chequer | |
| local.contributor.referee1 | Karla Rodrigues do Espírito Santo | |
| local.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/2424243631595891 | |
| local.description.resumo | Introdução: Programas de serviço de mensagens curtas (SMS) para promover a assistência à saúde mostraram resultados benéficos no controle de fatores de risco cardiovasculares, mas ainda faltam evidências em países de baixa e média renda. O objetivo deste estudo é avaliar se o uso de SMS aumenta o controle dos fatores de risco dentro de seis meses após a alta por síndrome coronariana aguda (SCA) em um Hospital Universitário Público Brasileiro participante de um programa de qualidade assistencial, o Programa Boas Práticas Clínicas em Cardiologia. Métodos: Realizamos um estudo randomizado, cegamento simples, com dois braços paralelos, que incluiu 180 pacientes (> 18 anos) internados por SCA. Os pacientes elegíveis foram randomizados (1:1) para uma intervenção por SMS (G1) ou atendimento cardiovascular padrão da instituição (G2). O desfecho primário foi atingir 4 ou 5 pontos em um escore de controle de fatores de risco, consistindo em um conjunto de 5 fatores de risco modificáveis: LDL-C <70mg / dL, pressão arterial (PA) <140 / 90mmHg, exercício regular (≥5 dias) / semana, 30 minutos / sessão), status de não fumante e índice de massa corporal (IMC) <25 kg / m2 aos 6 meses. Resultados: Dos pacientes randomizados, 147 foram incluídos na análise final. A idade mediana foi de 58 (51 - 64) anos, 74% do sexo masculino. O diagnóstico na admissão foi infarto do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST em 122 (68%) dos casos, e 25% apresentaram classe de Killip ≥2. O desfecho primário foi alcançado por 12 (16,2%) pacientes no grupo SMS e 15 (20,8%) pacientes no grupo controle (OR = 0,73, IC 95% 0,32 - 1,70, p = 0,47). Os desfechos secundários também foram semelhantes: LDL-C <70 mg / dl (p = 0,33), PA <140/90 mmHg (p = 0,32), não fumante (p = 0,74), exercício físico regular (p = 0,97), IMC (p = 0,71), re-hospitalização (p = 0,06). Morte por todas as causas ocorreram em 3 participantes (2%), incluindo 1 morte cardiovascular em cada grupo. Conclusão: Nos pacientes que receberam alta após a SCA, a intervenção por SMS não melhorou significativamente o controle dos fatores de risco cardiovasculares aos 6 meses em comparação ao atendimento padrão em um hospital onde a linha de cuidado ambulatorial pós-SCA já está estruturada. No entanto, o número de pacientes estudados foi pequeno e os resultados não podem ser considerados definitivos. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | MEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde - Infectologia e Medicina Tropical |