Expressão da Rho1 GTPase de Schistosoma mansoni em células dentríficas murinas

dc.creatorVinicius de Souza Goes
dc.date.accessioned2019-08-09T19:55:14Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:14:07Z
dc.date.available2019-08-09T19:55:14Z
dc.date.issued2004-03-17
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/UCSD-8H8KAD
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSchistosoma mansoni
dc.subjectBioqúimica
dc.subjectCélulas dendríticas
dc.subject.otherSchistosoma mansoni
dc.subject.otherGTPase
dc.subject.otherMurinas
dc.titleExpressão da Rho1 GTPase de Schistosoma mansoni em células dentríficas murinas
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Alfredo Miranda de Goes
local.contributor.referee1Maria de Fatima Martins Horta
local.contributor.referee1Walderez Ornelas Dutra
local.description.resumoAs células dendríticas possuem um papel determinante na indução de resposta imune primária. Estudos recentes tem demonstrado o papel importante destas células na indução de imunidade específica a doenças parasitárias, dente elas a esquistossomose. Este fato despertou grande interesse do nosso grupo na manipulação de células dendríticas para desenvolver uma vacina celular que tem como objetivo induzir imunidade protetora contra o Schistosoma mansoni. Células dendríticas viáveis foram obtidas a partir do cultivo de precursores da medula óssea murina na presença das citocinas GM-CSF e IL-4. Em média, obteve-se por preparação 3 x 106 células/camundongo com morfologia típica. Destas, 77% conservam a capacidade intrínsica fagocítica. Na presença de LPS, observa-se um aumento de 78% do metabolismo celular, fato indicativo da transição do estado imaturo para o maturo. As células dendríticas foram transfectadas com plasmídeo contendo sequência codificadora para o antígeno Rho1 GTPase de Schistosoma mansoni. Esta proteína foi selecionada por ensaio de ELISA de uma biblioteca de cDNA de verme adulto, fato indicativo de seu potencial antigênico. Nosso modelo, permite a obtenção em torno de 105 a 106 células dendríticas transfectadas. Através de ensaios de imunofluorescência demonstrou-se o processamento e apresentação do antígeno recombinante na membrana dessas células. Estes resultados indicam novas perspectivas na utilização das células dendríticas transfectadas na indução de resposta imune protetora contra a esquistossomose em processos de imunização.
local.publisher.initialsUFMG

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