Relações de gênero na educação profissional e tecnológica: as escolhas das alunas do CEFET-MG

dc.creatorSabrina Fernandes Pereira Lopes
dc.creatorRaquel Quirino
dc.date.accessioned2022-03-30T23:16:59Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:18:43Z
dc.date.available2022-03-30T23:16:59Z
dc.date.issued2017
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2179-510X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/40642
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofSeminário Internacional Fazendo Gênero
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectRelações de Gênero
dc.subjectEducação Tecnológica
dc.subjectEducação Profissional
dc.subjectDivisão sexual do trabalho
dc.titleRelações de gênero na educação profissional e tecnológica: as escolhas das alunas do CEFET-MG
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issue11
local.description.resumoA educação profissional técnica de nível médio, embora abrigue um número cada vez maior de mulheres, ilustra uma realidade de desigualdade, na qual os marcadores e estereótipos de gênero influenciam as escolhas profissionais dos/as alunos/as. Dados do INEP (2015) evidenciam que em todo o Brasil as mulheres se concentram em cursos cujas áreas de atuação reportam ao cuidado e a uma estreita ligação com o trabalho doméstico, tais como os cursos dos eixos tecnológicos Ambiente e Saúde e Turismo, Hospitalidade e Lazer. O presente trabalho derivado de uma pesquisa de mestrado realizada no Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG), por meio do levantamento documental na instituição e da análise dos discursos de alunas dos cursos de maior e menor concentração feminina, analisa as escolhas de mulheres por determinados cursos em detrimento de outros. Os resultados evidenciam deslocamentos e permanências na dinâmica das relações de gênero durante o acesso e permanência na Educação Profissional e Tecnológica, destacam os preconceitos presentes nos cursos de maioria masculina e a continuidade da maior participação feminina em cursos relacionados às habilidades vistas como inatas nas mulheres. No entanto, há uma forte convicção das alunas sobre a assertividade de suas escolhas e uma resistência à ideia hegemônica de que áreas técnicas altamente feminizadas sejam desvalorizadas social e economicamente.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentBIU - BIBLIOTECA UNIVERSITARIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://www.wwc2017.eventos.dype.com.br/resources/anais/1499388721_ARQUIVO_ArtigoCompletoSabrinaLopes.pdf

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