Constituir pela fala: notas sobre liberdade de expressão, performatividade e discurso de ódio

dc.creatorFrancisco de Castilho Prates
dc.date.accessioned2022-04-04T11:38:55Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:20:03Z
dc.date.available2022-04-04T11:38:55Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractThe present article addresses the complex and sensitive problem of the so-called hate speech. The aim consists in demonstrating that the distinction between speaking and acting, in relation to hate speech, disregards certain impacts on those affected by such “verbal assaults”. The article problematizes this distinction to affirm the need for an epistemological revision. For this purpose, we firstly built an overview of the definitions and elements of hate speech. Secondly, we show, from a specific reading of Theory of Acts of Speech, that this distinction proves to be unsustainable when confronted with the underlying historicity of hate speech. With this objective, we adopted a critical interdisciplinary methodology to distinguish between speaking and acting. We based this research mainly on the works developed by a couple of thinkers who work on this theme from the American context, and so, demonstrate the anachronism of the dichotomy here discussed.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.22409/rcj.v7i17.785
dc.identifier.issn2359-5744
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/40722
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCulturas Jurídicas
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLiberdade de expressão
dc.subjectDiscurso de ódio
dc.subjectAtos da fala (Linguistica)
dc.subject.otherLiberdade de expressão
dc.subject.otherDiscurso de ódio
dc.subject.otherDesconstrução
dc.subject.otherAtos de fala
dc.subject.otherHistoricidade
dc.titleConstituir pela fala: notas sobre liberdade de expressão, performatividade e discurso de ódio
dc.title.alternativeConstitute through speech: notes on freedom of expression, performativity and hate speech
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage301
local.citation.issue17
local.citation.spage277
local.citation.volume7
local.description.resumoO presente artigo aborda o complexo e sensível problema dos chamados discursos de ódio. O objetivo consiste em demonstrar que a distinção entre falar e agir, em relação aos discursos de ódio, desconsidera certos impactos nos atingidos por tais “assaltos verbais”. O artigo problematiza essa distinção para afirmar a necessidade de uma revisão epistemológica. Para esse propósito, primeiramente, construímos uma visão geral das definições e dos elementos do discurso de ódio. Em um segundo momento, mostramos, a partir de uma dada leitura da Teoria dos Atos de Fala, que essa distinção se revela insustentável quando confrontada com a historicidade subjacente aos discursos de ódio. Com tal objetivo, assumiu-se uma metodologia crítica, de base interdisciplinar, à distinção entre falar e agir. A pesquisa realizada fundou-se, principalmente, nos trabalhos desenvolvidos por algumas pensadoras que trabalham tal tema a partir do contexto estadunidense, as quais demonstram o anacronismo da dicotomia aqui abordada.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-1832-8218
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentDIR - DEPARTAMENTO DE DIREITO PÚBLICO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.uff.br/culturasjuridicas/article/view/45246

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