A problemática das infecções hospitalares e o papel da Central de MaterialEsterilizado vivenciado em um hospital de reabilitação

dc.creatorGeralda Mercedes Pereira
dc.date.accessioned2019-08-11T05:08:50Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:06:00Z
dc.date.available2019-08-11T05:08:50Z
dc.date.issued2011-02-24
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-99UGR4
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectInfecção hospitalar
dc.subjectMicrobiologia
dc.subjectInstrumentos e aparelhos médicos Esterilização
dc.subjectMicroorganismos Evolução
dc.subject.otherMicrobiologia
dc.titleA problemática das infecções hospitalares e o papel da Central de MaterialEsterilizado vivenciado em um hospital de reabilitação
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor-co1Simone Goncalves dos Santos
local.contributor.advisor1Maria Auxiliadora R de Carvalho
local.description.resumoO presente estudo tem o objetivo de situar a problemática das infecções hospitalares e o papel do Centro de Material Esterilizado (CME) no controle de infecção em um hospital de reabilitação, enfatizando a relevância do conhecimento microbiológico na área deesterilização, com ênfase na limpeza. Estima-se que de 15 a 30% das infecções hospitalares poderiam ser evitadas apenas pela observância do rigor exigido nos processos de limpeza e esterilização dos instrumentais cirúrgicos. Os avanços na Microbiologia e Biotecnologia têm contribuído com ferramentas essenciais para que o CME possa trabalhar na qualificação e validação dos seus processos de limpeza e esterilização e, assim, proporcionar instrumentais rigorosamente assépticos, fator determinante no controle e prevenção de infecção hospitalar. Nesse trabalho, realizou-se um estudo quantitativo do processo de limpeza realizado no CME da unidade de Belo Horizonte da Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação, para contextualizar, com rigor científico, a fundamentação teórica da problemática. Aproximadamente, 4.000 instrumentos são limpos, por mês, pelo CME. Considerando umaestimativa inicial mínima de 8% de peças com resíduo de sujidade (P) e um nível de significância de 5%, calculou-se um tamanho de amostra (604 peças) para estimar, com precisã de 2%, a proporção de peças com sujidade, após o processo de limpeza. A amostra foi composta por instrumentais cirúrgicos, utilizados nas cirurgias e encaminhados para alimpeza no CME. Cada instrumento recebeu, inicialmente, um número aleatório, entre 1 e 86, fornecido pela função aleatório dentro do software Excel XP®, versão 2007. Os itens da amostra foram submetidos a inspeções visuais, através do microscópio digital Dinolitle digital Microscopy, com ampliação de 230 vezes e resolução de 1280x1024, e testes de resíduo de proteína pelo método Clean Trace Surface Protein High Sensitivity da 3MTM, em instrumentos canulados, pelo método Clean TraceTM Water total ATP- 3MTM. . Empregando-se o teste estatístico z para uma proporção, foi avaliada a hipótese de que a proporção de peças utilizadas, no período de 28 de outubro a 30 de novembro de 2010, e que apresentariam sujidade, após a limpeza manual, seria de 8% (H0), contra a hipótese alternativa H1 de que essaproporção seria inferior a 8%. A proporção observada foi de 0% em 604 peças inspecionadas. Considerando um nível de significância de 5%, não foi possível aceitar H0 (valor-p < 0,001). Portanto, a proporção depeças utilizadas naquele período e que poderiam apresentar sujidade foi inferior a 8%. Dentro da amostra inspecionada de 75 instrumentos dia era esperado encontrar 4 peças com sujidade. Sendo a limpeza, a etapa mais importante no processo de esterilização, e sua ineficiência uma falha, comprovar sua eficácia torna-se necessário, pois o instrumental esterilizado fator crítico na prevenção e controle das infecções hospitalares.
local.publisher.initialsUFMG

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